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 Ficha de Reclamação

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Hypnos
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Data de inscrição : 09/06/2013

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MensagemAssunto: Ficha de Reclamação   Qui Jun 13, 2013 4:17 pm

"    Era noite no Acampamento Meio-Sangue. Fazia frio e os campistas estavam reunidos em volta de uma fogueira. Ali era onde eles se juntavam quase toda noite e faziam oferendas aos deuses, discutiam sobre as coisas que estavam acontecendo e era onde os campistas, na maioria das vezes, são reclamados. Naquela noite, muitos iriam ser reclamados.
-----------------------------------------------------------

FICHA PARA SER RECLAMADO

:::: Dados do Personagem ::::
Nome do Personagem:
Idade:
Deus que quer ser reclamado:
Porque quer ser reclamado por esse Deus:
:::: Caracteristicas ::::
Físicas: [Altura, peso, cor dos olhos, cabelo, etc]
Pisicologicas: [Tanto defeitos como qualidades]
:::: Historia ::::
Conte como cresceu, como descobriu ser um semideus, como chegou ao Acampamento, quem era seu pai/mãe, etc [Min de linha; 25]
:::: Divida nessas categorias 50 pontos de atributos ::::
Velocidade: [Pontos]
Força: [Pontos]
Sabedoria: [Pontos]
Pontaria: [Pontos]
:::: Perícia ::::
Uma perícia que você tem, que não seja herdada, como por exemplo, tocar algum instrumento, alguma arte marcial.
:::: Recordação ::::
Você tem direito de levar alguma coisa de sua antiga vida.


P.S: Para ser filho de algum dos três grandes, existe um teste semanal.
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Amy C. Oosty
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MensagemAssunto: FICHA PARA SER RECLAMADO   Qui Jun 20, 2013 2:05 pm

FICHA PARA SER RECLAMADO

:::: Dados do Personagem ::::
Nome do Personagem: Amy Carter Oosty
Idade: 13 anos
Deus que quer ser reclamado: Hécate
Porque quer ser reclamado por esse Deus: Quero mostrar que garotas podem ser mais que roupas e maquiagem. Me esforçar para não deixar que as pessoas que eu amo se machuquem. Me tornar mais poderosa para orgulhar a minha mãe e os outros Deuses. E não ser a inútil que pede socorro na hora da batalha. Quero lutar por minhas próprias mãos, obter meu próprio orgulho e batalhar por uma reputação. Mostrar que posso ser capaz com muito esforço e trabalho duro. Mostrar que o poder de Hécate é único em uma batalha.
:::: Caracteristicas ::::
Físicas: [Altura, peso, cor dos olhos, cabelo, etc]1, 65 metros com 55 Kg. Tenho olhos verdes e cabelos ruivos compridos. Pele muito branca e com algumas sardinhas.
Pisicologicas: [Tanto defeitos como qualidades] Sou determinada a alcançar os meus objetivos. Não desisto facilmente do que eu acredito. Porém sou meio esnobe e julgo muito por estereótipos ou pela primeira impressão que tenho das coisas. Falo o que me vem a cabeça sem pensar duas vezes, o que já me causou muitos problemas. Sempre faço questão de dizer o que acho/penso sobre qualquer assunto, é difícil me calar.
:::: Historia ::::
Conte como cresceu, como descobriu ser um semideus, como chegou ao Acampamento, quem era seu pai/mãe, etc [Min de linha; 25]
Nasci em Toronto, Canadá em agosto de 1999. Fui deixada em um orfanato pelo meu pai aos dois anos de idade. Não me lembro do seu rosto e nem de nada da vida que tive com  ele. Tenho apenas um Diadema e vazio deixado pelo pai que me rejeitou.
Os anos no orfanato foram poucos, mas bem dolorosos. Todos os amigos que eu fazia eram adotados antes que pudéssemos nos conhecer direito, e eu odiava isso. Além dos garotos maus que me irritavam e me chamavam de 'flamejante' por causa dos meus cabelos ruivos. Eu tinha tanta raiva deles que um dia fiquei tão irada que as roupas deles começaram a pegar fogo. Eles foram acudidos rapidamente e ninguém se feriu. Achei tudo muito estranho, mas no fundo eu sabia que eu tinha colocado fogo neles, e eles também sabiam. Porém passaram a ficar longe de mim e a me chamar de 'bruxinha flamejante' pelas minhas costas.  Mas eu não tive que aguentar isso por muito tempo, naquele mesmo ano quando completei seis de idade, uma senhora já viúva venho me adotar. Ela havia perdido o marido e o filho em um incêndio, porém não perdera seu sorriso tão doce que me cativou desde o primeiro momento em que a vi. Seu nome era Jane.
Jane morava em um pequeno prédio com dois andares no centro da cidade que seu marido havia comprado. A gente morava no andar de cima e em baixo ela tinha uma doceria onde vendia seus doces caseiros para se sustentar. Me matriculou em um escola pública perto da doceria, onde de manhã eu estudava e de tarde a ajudava no que podia.
Ela me ensinou muitas coisas, inclusive as suas receitas mais secretas. Além do caráter e o exemplo, eu a via como uma verdadeira mãe. Juntas, vivemos os próximos seis anos tranquilamente.
Até que um dia eu estava voltando da escola quando vi que o prédio estava interditado. Havia bombeiros e policiais tentando apagar o fogo. A fumaça era grande e o incêndio tinha se espalhado por todo o edifício. Os policiais comentavam que ainda havia uma pessoa no edifício. Sem pensar duas vezes saí correndo, entrando no prédio para ver se Jane estava lá. Até que os policiais me pararam antes que eu pudesse alcançar a porta. Empurrei-os, até que com certa facilidade para alguém tão fraca como eu, e entrei prédio pegando fogo e os policiais gritando atrás de mim. Cobri meu nariz e minha boca com um pedaço da minha camisa para não inalar a fumaça. Corri desesperada onde não havia fogo, procurando Jane. As coisas e estavam caindo e eu não a encontrava. Subi as escadas correndo e lá estava ela no meu quarto, cercada pelo fogo e desmaiada no chão. Atravessei o fogo com rapidez e tentei segurá-la em meus braços para levá-la para fora, porém eu não conseguia aguentar o seu peso. Ela tossiu mais algumas vezes, não conseguia falar. Estava com o meu Diadema na mão, entregou-o para mim dando seu último suspiro. Aquela idiota, ao em vez de fugir tentou salvar algo que era importante para mim. Nunca iria me perdoar por ter sido tão impotente naquele momento. Ela morreu em meus braços e eu não pude fazer nada. Deveria ter morrido também, mas minha ira foi tão grande. O fogo não me queimava mais, apenas chorava e chorava. Até que em um piscar de olhos o fogo se apagou todo de uma vez. Jane virou cinzas, e eu não pude fazer nada. Só restava o Diadema em minhas mãos, intacto.  A culpa iria me perseguir pelo resto da vida.
Saí do edifício desolada. Vários policiais, bombeiros e pessoas que ali estavam me olhavam com uma cara espantada sem entender o que tinha acabado de acontecer. Não era isso que me importava no momento.  Saí correndo mais uma vez. Queria fugir, esquecer, correr para longe daquela culpa que me perseguia. Me escondi em um beco onde passei a noite, pensando, enquanto lágrimas rolavam pela minha face.
No dia seguinte alguém resolveu me acordar. Levantei assustada com um garoto me encarando com um sorriso querendo conversar comigo, por mais que não me conhecesse. Eu não estava querendo falar com ninguém, mas ele acabou insistindo tanto que conseguiu me arrancar uns sorrisos mesmo sendo o pior dia da minha vida. Seu nome era Artur, aparentava ter a minha idade, vivia na rua, assim como eu agora morava, pelo o que eu percebi. Ele era manco e usava um chapéu muito estranho. Mas foi muito legal comigo se ofereceu como companhia para mim. Eu não pude rejeitar, ele também estava só, deveria me compreender acima de tudo.
Os dias foram se passando, até que Artur tornou-se uma ótima companhia para mim. Ele sabia onde arranjar comida e bons lugares para dormir, por mais que morássemos na rua (Esse foi um fato estranho de se acreditar no começo, mas fui me acostumando). Ele era sábio e me contava histórias e contos mitológicos do qual eu nunca tive acesso na minha vida, e de certa forma, parecia algo muito próximo na vida dele, por mais que fosse apenas um morador de rua. Eu achava engraçado quando, às vezes, ele se referia a esses contos como se fossem fatos históricos, tentando me fazer acreditar que realmente aconteceram. Eu não gostava de discutir com ele, apenas assentia e mudava de assunto. Porém um dia eu fui forçada a acreditar.
Estava voltando com algumas maçãs que havia conseguido quando saí mais cedo. Artur não veio comigo porque eu não quis acordá-lo. Mas quando estava virando no beco ouvi uma voz grave e logo parei, antes de virar a esquina, e só fiquei escutando:
“Me entregue a ‘meio-sangue’ que eu te deixo em paz"
Ouvi um gemido estranho parecido com um berro de carneiro:
“Não, a Amy é minha amiga, nunca vou entregá-la”
Falou Artur um pouco medroso, porém determinado. Não sabia de quem era a voz grave, mas se fizesse algum mal a Artur eu jurava que ele iria pagar. Continuei escondida na esquina ouvindo a conversa:
“Se não vai ser ela, então será você!”
Ouvi outro gemido de Artur, não consegui mais me esconder saí vendo um cara grandão com Artur nos braços, enquanto o mesmo esperneava tentando se soltar.
“Solta ele!”
Gritei com todas as minhas forças, parada a alguns metros do grandalhão. Ele se virou olhando para mim e eu fiquei horrorizada ao perceber que ele só tinha um olho no meio da testa. Fiquei amedrontada e imaginei a minha cara de pânico no momento, mas continuei ali, intacta tentando manter a pose.
“Por que faria isso? Justo agora que eu tenho um acompanhamento.”
Ele jogou Artur contra a parede que logo em seguida caiu no chão, onde ficou gemendo de dor. A minha raiva subiu. Ao ver o grandalhão se aproximar, com todo o meu desprezo eu olhei para ele. Em questão de segundos ele começou a pegar fogo. Mas não adiantou de nada. Ele parecia imune ao fogo e até se divertia com isso dando pequenos risos sádicos. Eu não tinha nada em minhas mãos para atirar ou me proteger, a não ser... Tirei o Diadema da minha cabeça e mirei apenas uma vez torcendo pela sorte. O fogo tampava um pouco a visão dele, pareceu nem perceber o que eu estava fazendo. Joguei o Diadema com toda a minha força e acertei bem no meio do seu grande e imundo olho. Ele começou a cambalear e gritar de agonia com a mão tampando o olho. O Diadema caiu no chão.
Fui correndo ao encontro de Artur que já conseguia se sentar, porém fazia isso com dificuldade. Ajudei-lhe a levantar e disse para sairmos dali, o quanto antes melhor. Ele me ignorou e pegando algo no seu bolso similar a uma flauta. Começou a tocar uma bela melodia. Antes que pudesse reclamar com ele, raízes começaram a crescer em volta do grandalhão, que ainda gritava, prendendo-o em um laço aparentemente forte. Então ele começou a me apressar.
“Vamos! As raízes não vão segurá-lo por muito tempo”
Fiquei um pouco para trás, pois fui pegar o Diadema que estava aos pés do grandalhão. Peguei-o rapidamente ignorando a gosma que o envolvia e logo alcancei Artur. Entramos em outro beco onde paramos para recuperar o fôlego.
“O que foi aquilo?”
Perguntei ofegante. Então Artur começou a me explicar, e dessa vez eu tive que acreditar. Ainda mais depois de ter usado aqueles poderes estranhos novamente. Falou-me dos monstros, deuses, sátiros, semi-deuses, que realmente existiam no mundo real e que os meus poderes mostravam plenamente que eu fazia parte disso. Também depois de ter conseguido ver o único olho do ciclope, assim como realmente se chamava o grandalhão, não havia dúvidas que eu estava suficientemente envolvida. Era difícil de aceitar que eu podia ser filha de uma deusa. Não sabia o que sentir, ou o que esperar de mim mesma. E de certa forma, no fundo, eu sabia que era verdade.
Agora estávamos indo em rumo ao tal Acampamento Meio-Sangue, onde vários semideuses, assim como eu, treinavam e se protegiam desses terríveis monstros que nos perseguia, nem entendi direito o porquê. Artur tinha um monte de dinheiro em seus bolsos (Por isso que ele conseguia bons alimentos enquanto morávamos na rua), portanto conseguimos bons meios para viajar. Não sabia se ficava brava por ele não ter me contado antes, afinal, talvez eu não tivesse acreditado antes, acharia que ele era louco e me afastaria dele. Nesse momento eu já poderia estar morta se não fosse por ele, então também não sabia se deveria agradecer. Pegamos vários trens e alguns ônibus até chegar ao tal Acampamento. Eu fiquei calada na maioria do tempo, o que é difícil acontecer. A viagem foi tranquila (Sem monstros) e só durou uma semana. Até que bem pouco para uma viagem internacional.
Chegando ao Acampamento a viagem valeu à pena. Fiquei maravilhada com as florestas, chalés, quadras, campos, lagos, o pavilhão, tudo. Algo tão distante de mim e agora seria a minha nova vida. Tudo era bem ajeitado e os campistas pareciam legais, mas na verdade me sentia um pouco envergonhada. Artur me deixou em um chalé onde ficavam os novatos que não sabiam quem eram seus pais olimpianos, mas também era o chalé dos filhos de Hermes, o deus dos ladrões e dos viajantes. Tudo parecia bem empolgante.
Naquela noite os novatos foram convocados à fogueira, onde os campistas jogavam parte de sua comida oferecendo-a como oferenda aos seus pais. Os novatos normalmente eram reclamados junto à fogueira e eu estava muito ansiosa. Quíron, um dos instrutores do acampamento (Ele era um centauro!) deu uma pequena explicação para os novatos. Enquanto isso eu pensava em minha mãe: “Seja quem for, espero te orgulhar daqui para frente”. Até que todos começaram a olhar para mim. Olhei as minhas roupas para ver se tinha algo estranho e tudo aparentava estar normal. Fiquei meio encabulada, até que me dei conta de algo brilhando em roxo acima da minha cabeça. Estava espantada, mas ao mesmo tempo feliz. Afinal, agora eu tinha uma mãe.
:::: Divida nessas categorias 50 pontos de atributos ::::
Velocidade: 10
Força: 5
Sabedoria: 15
Pontaria: 20
:::: Perícia ::::
Uma perícia que você tem, que não seja herdada, como por exemplo, tocar algum instrumento, alguma arte marcial.
Possui ótimos dons culinários, se é que isso pode ser considerado uma perícia.
:::: Recordação ::::
Você tem direito de levar alguma coisa de sua antiga vida.
Diadema de prata deixado pelo meu pai ao me entregar para o orfanato.
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Urano
Deuses Primordiais
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Ficha do Campista
Level: Ω
Dracmas: Infinito
Arsenal:

MensagemAssunto: Re: Ficha de Reclamação   Qui Jun 20, 2013 2:48 pm


 
Sua ficha ficou bastante interessante, fico contente que saiba escrever tão bem assim, é raro isso acontecer. Porém cuidado, algumas vezes você pecou com a gramatica fazendo com que eu me perdesse e tivesse de ler o paragrafo inteiro novamente, fora isso, sua ficha foi aprovada.
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Arthur Fallen
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Idade : 20
Localização : Acampamento meio-sangue

Ficha do Campista
Level: 11
Dracmas: 120
Arsenal:

MensagemAssunto: Re: Ficha de Reclamação   Sex Jun 28, 2013 4:38 pm

The Offspring of God of War

Arthur Fallen





:::: Dados do Personagem ::::
Nome do Personagem:
Arthur Fallen

Idade: 16 anos

Deus que quer ser reclamado: Ares

Porque quer ser reclamado por esse Deus: Por que este deus é um deus muito poderoso e hábil, ele parece ser do tipo que iria me auxiliar em muito e eu o deixaria orgulhoso de alguma maneira

:::: Características ::::

Físicas:
Arthur tem 1,79 de altura, pesa 48 kg, tem olhos brancos como o de seu avô Zeus, cabelos negros e lisos como o de sua avó Hera, um porte físico atlético e muito bonito.

Psicológicas:
Arthur é atencioso com os outros mais ultimamente tem demonstrado muita falta de respeito com os demais, ele anda brigando muito na escola e frequentemente visita a diretoria, mas é calmo e serio, as vezes alegre e muito calado.

:::: Historia ::::

Arthur era um garoto com apenas 12 anos de idade quando começara a ouvir vozes em sua mente, no principio ficou atordoado com tudo aquilo que ouvia mais depois passou a entender melhor, era a uma voz masculina que Arthur ouvia, o que de principio pareceu invenção de Arthur ao ver de sua mão, Katherine, mais para frente Arthur vinha notando que sua mãe havia andado com uma cara não muito boa, sempre nervosa, com tudo e com todos. Foi em um belo dia, quando Arthur já tinha seus 16 anos de idade em uma excursão da escola ao museu de Athena, que a ficha caiu para Arthur, foi ai que ele foi atacado por uma quimera gigantesca que foi morta por um grifo ao que parecia ser o protetor de Arthur, que de primeira achou estar ficando doido mais que com o passar dos minutos foi começando a crer, foi quando o grifo falou em uma grossa voz a Arthur: "Rápido! Você deve montar em mim! Eu te levarei para o acampamento". Arthur sem pestanejar montou o grifo e o animal o levou ao acampamento meio sangue, um acampamento para semideuses. Ao chegar lá, um centauro contou toda a historia a Arthur, contou que o colar que Arthur usava era um presente de Ares, seu pai. Arthur já sabendo de tudo sobre si próprio estava pronto para se tornar um bom semideus e um dia tornar-se um deus. Ele hoje tem olhos brancos como os de seu avô, Zeus, cabelos lisos e brilhosos como o de sua avó, Hera, um corpo de atleta e  um força como a de seu pai, Ares. Arthur tem muito mais de deus do que de humano, mais por ter uma parte humana isso o torna diferente, mas, as vezes ser diferente não quer dizer ser melhor.

:::: Divida nessas categorias 50 pontos de atributos ::::
Velocidade:
10
Força: 20
Sabedoria: 10
Pontaria: 10

:::: Perícia ::::

Arthur é muito bom em tocar violão.

:::: Recordação ::::

Arthur leva consigo no pescoço sempre um colar de um fio indestrutível preto, que tem como pingente uma pedra vermelha, que parece ter cravada nela o símbolo de Ares.


@Beani @Miss
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Ian F. Steven
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Dracmas: 100
Arsenal:

MensagemAssunto: Re: Ficha de Reclamação   Dom Jun 30, 2013 12:53 pm

ICHA PARA SER RECLAMADO

:::: Dados do Personagem ::::

Nome do Personagem: Ian Flecher Steven.
Idade: 21 Anos.
Deus que quer ser reclamado: Hypnos.
Porque quer ser reclamado por esse Deus: O Hypnos tem uma história que eu gosto bastante. Sempre quis poder representa-lo mas, nunca tinha parado para fazer isso. Uma boa forma de representa-lo seria sendo seu filho. Fazendo missões, treinando, agrandando-o. Acho que me sairia bem como um filho de Hypnos, quero ver no que isso vai dar. Por isso quero ser reclamado por ele.

:::: Caracteristicas ::::

Físicas: Tenho um metro e setenta, sessenta e dois quilos, olhos azuis e profundos, indecifráveis e cabelos negros.

Pisicologicas: Um garoto calmo, sensível e que não gosta de demonstrar isso. Sempre quis ser mais valente do que realmente é, se metendo em brigas e xingando as pessoas mas, por dentro é um garoto calmo e pacifico.

:::: Historia ::::

Nasci exatamente a dezessete anos atrás. Na cidade de Vancouver. Sou filho da empresaria Jheny Sylvester Steven, dona da empresa Seteven's Veículos. Não somos exatamente unidos, desde que eu nasci, ela tem se empenhado cada vez mais ao trabalho, deixando-me sempre sozinho.

Minha infância fora muito conturbada. Nunca tive amigos, minhas notas, sempre horríveis, nunca passei mais de um ano em uma escola, os garotos sempre mexiam comigo. Tudo fora marcado em minha vida, da pior maneira possível.

Sempre tentei ser o melhor possível, não queria decepcionar a minha mãe. Solteira, vivendo apenas pelo trabalho, acho que não seria justo impor tantas dores de cabeça a uma única pessoa.

Mas a questão era, eu não conseguia simplesmente ser normal.

Todos esses fatos levaram a uma atitude desesperada vinda por parte de minha mãe. Foi a fase mais marcante da minha vida. Ela não aguentava mais todas as minhas atitudes, as expulsões, as suspensões, as brigas, os desentendimentos, não daria mais para aguentar, eu imagino. Ela procurou então por todos os cantos, todas as cidades até encontrar, um internato.

Aos doze anos, fui mandado para viver em um internato ao sul de Chicago, um pouco longe de casa, mas era para o meu próprio bem, segundo a minha mãe. Isso causou uma enorme revolta dentro de mim, não por ter sido mandado para fora de casa, mas sim, por decepcionar a única família que até então eu conhecia.

Os anos no internato foram bons, não tive como reclamar, não tinha inimigos, as pessoas não me tratavam como um diferente, era como se ali, eu tivesse construído uma nova família. As aulas eram interativas, consegui aprender muito. Não só intelectualmente mas sim, espiritualmente.

Antes pensei que fossem ser os piores anos de minha vida, mas aquele tempo, foi o melhor que eu já tive.

Sorrisos e lágrimas vieram, junto com mortes e chegada de novas pessoas ali. Tanto tempo se passara, pareciam dias, mas já eram anos. O tempo não tinha piedade por mim, passava como as águas correntes de um córrego. Mas enfim, depois de três anos ali, algo aconteceu comigo. Algo comum, porém inexplicável.
Me apaixonei.

Sim, um sentimento tão devastador, tão mortalmente assassino, porém inevitável. A garota era simplesmente magnifica, seus longos cabelos ruivos e olhos azuis, chamavam a minha atenção, sua pele cor de neve, parecia congelar os meus batimentos.

Os dias que passavam rápido, começavam a voar enquanto eu ficava perto dela, dias passaram a ser horas, meses, semanas. Era inexplicável. Nós simplesmente nos amávamos.

Finalmente mais um ano se passou, era meu aniversário de dezesseis anos. Meus amigos me rodeavam ao redor de um enorme bolo, era algo que eu não estava acostumado a presenciar, mas era feliz. Jheny chegou ao meu lado, estava linda, vestia um vestido vermelho, combinava com a cor de seus cabelos e realçava a sua linda e pálida pele. Sussurrou em meu ouvido, baixinho, para ninguém além de mim, ouvir.

- Estou grávida...

Aquilo me pegou como uma bomba, como uma bala penetrando o coração. Eu sorri, meus olhos se encheram de lágrimas, estava muito feliz para acreditar.

Meu sentimento de euforia deu lugar ao algo mais parecido com pânico quando um estrondo seguido de uma explosão cercou o lugar. Tossindo devido a poeira eu levantei sem conseguir ver nada nitidamente.

Quando a poeira baixou eu me dei conta do que estava acontecendo. Parecia um sonho, ali havia uma criatura terrível, uma especie de leão com asas, seu rosto era de águia. Eu conhecia aquela criatura de alguns sonhos passados, seria um... Um.. Um grifo.

Um grifo estava atacando todos os meus amigos, destruindo meu aniversario, acabando com as minhas lembranças. Isso não poderia estar acontecendo. Paralisado, eu desperto quando ouço o grito de uma voz familiar, era Jheny. Um sentimento de fúria começou a correr por minhas veias, corri até aquele mostro que a segurava firmemente, cravando suas garras no corpo pálido da garota, transformando-o de um doce branco á um terrível vermelho sangue.

A criatura então a atirou no chão, corri até ela. Ajoelhei-me ao seu lado, mas era tarde. Seu corpo já estava sem vida. Um ódio maior começou a jorrar dentro de mim, um grito de fúria saio de minha garganta. Olhei para a criatura e caminhei sem temer até ela.

Precisava de algo, mas o que? Continuei a procurar pelo chão, mas fui interrompido quando a criatura me jogou para trás, cravando as suas garras em mim. Tentei me levantar, mas o peso da criatura estava jogado sobre mim.

Um barulho de metal quebrou o silêncio tortuoso de meus pensamentos. Um garoto havia acertado a criatura com uma barra de ferro. Levantei zonzo sem reconhece-lo. A criatura se levantara novamente. Peguei a barra de ferro e comecei a bater em sua cabeça, a criatura frustada voo para longe.

Caí ali de joelhos e comecei a me lamentar por tudo o que havia acontecido. Foi daí que um garoto com andar esquisito se aproximou de mim falando.

- Ian, tem de partir. Vá para Long Sland. La, encontrará o acampamento, aqui não estarás seguro.

Não sabia se acreditava no garoto, mas não tinha escolha.

Antes de me arrepender eu saí dali, andando, só com as roupas do corpo. Fui andando de Chicago até Long Sland. Uma dura e cansativa jornada, perseguido mais e mais vezes por criaturas cada vez mais repugnantes. Com medo, com frio, com fome. Sem achar uma saída, começando a enlouquecer e me xingar por ter acreditado num estupido garoto, eu finalmente chegou ao estreito de Long Sland.

Por ali começo a avistar uma enorme vista, um acampamento, realmente existia! Não estava louco. Mas sim cansado, muito cansado.

Subi todo o estreito pedindo para morrer a cada passo, não aguentava mais andar. Quando cheguei no topo eu caí de joelhos exausto, um homem de cadeira de rodas me esperava na entrada, vendo o meu estado ele me levou para dentro. Apaguei a partir de então.

Dormi a sono solto por um tempo que eu não saberia se não houvessem me contado, porém quando acordei me disseram, três dias.

Eu estava em uma especie de enfermaria, haviam macas e outros garotos e garotas por ali. O homem que eu havia visto antes estava ali, junto com o garoto que me mandara ir até o acampamento.

Ele então me explicou toda a verdade, compreendi tudo a partir de então. Minha mãe achava que eu tinha morrido no ataque, perdi minha namorada e meu futuro filho, não havia mais nada a perder se ficasse ali e treinasse para me tornar um poderoso semideus.

Hoje, estou aqui, passaram-se um ano desde que tudo aconteceu, meus amigos e Quíron esperam-me na arena. Então depois conto-lhes como foi o treino, adeus.


:::: Divida nessas categorias 50 pontos de atributos ::::
Velocidade: 8
Força: 22
Sabedoria: 12
Pontaria: 8

:::: Recordação ::::
Medalhão: Um medalhão com a foto de sua mãe estampado e por fora possui a letra F.
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Hypnos
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MensagemAssunto: Re: Ficha de Reclamação   Dom Jun 30, 2013 1:00 pm

Reclamado


Sua ficha ficou com uma boa história, porém, confusa. Você diz que tem vinte e um anos, e depois, discorda como que disse. Você também engoliu algumas vírgulas, e fez parágrafos desnecessários. Portanto, a história ficou envolvente e me deixou com vontade de ler mais. Parabéns, filho.
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Elliot Garfield
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MensagemAssunto: Re: Ficha de Reclamação   Dom Jun 30, 2013 1:59 pm

:::: Dados do Personagem ::::
Nome do Personagem: Elliot Garfield
Idade: Vinte e três anos
Deus que quer ser reclamado: Quero ser filho de Jano.
Porque quer ser reclamado por esse Deus: Porque me identifico com Jano. Gosto de fazer as pessoas se sentirem confusas. Ter uma oportunidade de ser filho dele seria ótimo para mim.
:::: Caracteristicas ::::
Físicas: É alto e magro. Tem um enorme bigode, olhos profundo e cor vermelho-escuro. Cabelo curto e preto.
Pisicologicas: Elliot nunca se conformou a fazer o que mandarem, é teimoso, faz o que quer e bem entender. Inteligente, sabe bem de como sair de uma cilada. Ele gosta de fazer justiça com as próprias mãos, e também é um pouco exagerado.
:::: Historia ::::
Elliot foi criado em um orfanato. Sua mãe abandonou-o  quando ainda tinha seis meses. Sua mãe de criação chama-se Carly. Ela tentou esconder a verdade de Elliot por dez anos. Porém, acabou contando que foi abandonado pela mãe com seis meses. Elliot nunca entendeu porque isso estava sendo escondido por tanto tempo.


Na escola, Elliot sempre tirava notas boas. O aluno sofria bullying, exatamente pelo fato de não obedecer os valentões. Elliot guardou rancor de muitas pessoas até os 21 anos.


Com 21 anos, começou a entrar no tráfico de drogas. Com o negócio conseguiu uma arma. Elliot iria procurar a mãe para matá-la, pois tinha raiva dela desde que soube que ela o abandonou.


Elliot procurou por uma senhora calma e de olhos verdes, baixa e de cabelos ruivos. Essa foi a descrição que Carly havia dado sobre a mãe dele. Portanto, Elliot achou a moça errada. Ele matou uma mulher inocente.


Já procurado por tráfico de drogas, ele começou a ser perseguido por homicídio também. Todavia, Elliot era esperto, sempre soube sair de uma cilada. Matou vários policiais, armando para eles. Junto com os bandidos do tráfico, armou uma cilada. Quando os policiais entrassem no esconderijo, Elliot ficou sabendo pelas câmeras. Avisou para Jonas, um dos parceiros do tráfico. Jonas estava escondido com uma metralhadora equipada com silenciador. Matou os policiais, fácil, fácil.


Aos vinte e três anos, Elliot decidiu sair da bandidagem, porém sempre cauteloso para não ser preso. Mudou de identidade e abriu uma empresa de publicidade em Hollywood.


Um dia, Andrew, colega de trabalho de Elliot, sequestrou-o. Quando Elliot acordou, ele estava em Long Island.


 - O que estou fazendo aqui? - ele disse
 
Andrew foi crescendo e seus olhos foram se juntando. Andrew respondeu:
 - Nada, só vim lhe trazer para cá.


Então, Elliot acordou para a vida. Estava em um acampamento.


:::: Divida nessas categorias 50 pontos de atributos ::::
Velocidade: 12
Força: 16
Sabedoria: 18
Pontaria: 4
:::: Perícia ::::
Elliot luta muito bem. Principalmente, briga de rua mesmo.
:::: Recordação ::::
Nada.
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Urano
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MensagemAssunto: Re: Ficha de Reclamação   Dom Jun 30, 2013 2:04 pm


Sua ficha está dramática e trágica. Adorei esse fato. O fato de como narrou os acontecimentos e de como tudo aconteceu fora bem uniforme. Apenas cuidado na ortografia, sem mais delongas, Aprovado.

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Aaron P. Delacrouxe
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MensagemAssunto: Re: Ficha de Reclamação   Dom Jun 30, 2013 5:04 pm

FICHA PARA SER RECLAMADO

:::: Dados do Personagem ::::
Nome do Personagem: Aaron Pevensie Delacrouxe
Idade: 16 anos.
Deus que quer ser reclamado: Phobos
Porque quer ser reclamado por esse Deus: Acho que Phobos e Deimos foram um pouco injustiçados em Percy Jackson, então quero mostrar que uma cria de um desses deuses pode ter sim um lado sensível e heróico. Também admiro Phobos, acho que é um dos Deuses Menores de maior importância, afinal sem o medo nós não descobriríamos o que seria coragem.

:::: Caracteristicas ::::
Físicas: Os curtos e claros cabelos castanhos caiem-lhe lisos e despenteados pelo rosto, os olhos são de um castanho claro, veste-se na maioria das vezes com roupas escuras, o que faz com que confundam-no com um filho de Hades as vezes.
Pisicologicas: É um garoto calmo, mantendo sempre o rosto de indiferença mesmo quando acontece uma discussão. Não cosuma se estressar facilmente, acreditando que qualquer ser pode redimir-se quando necessário. É alguém que quando irritado se torna capaz de aproveitar-se da sombra mais ordinária para se vingar.

:::: Historia ::::
É um pouco constrangedor falar de minha vida, até porque, eu não tenho um passado muito bom para se contar. Nasci em New York City, vivi no mesmo prédio durante toda a minha infância - atrevo-me a dizer até o inicio de minha adolescência -. Desde pequeno eu tive certa habilidade pra me meter em encrenca, fui expulso de várias escolas, mesmo quando eu era do jardim de infância, por isso a dificuldade de arrumar escolas que fossem perto de casa, fui para colégios militares, internatos, colégios normais, e em todos eles eu fui expulso de alguma maneira. Alguns por explodir armários e banheiros com algumas bombinhas, outros por arrumar confusões, outros por responder os professores e diretores. Dessa vez eu estava em uma nova escola, na mira dos professores e diretor que já estavam planejando a festa de despedida para quando eu fosse embora dali. Durante todo o ano letivo eu só tive um amigo, Nero Seed, por algum estranho motivo eu e ele tínhamos uma imensa amizade, acho que por nos entendermos de certa forma. Eu tinha Dislexia e Nero era manco. Era a última semana de aula, o que significava prova durante todo esse tempo, no sábado teríamos as respostas prontas de nossas notas e se passaríamos ou não.
- Cara essa semana vai ser muito puxada! - Nero disse às vezes ele exagera nas coisas.
- Pra mim sim, pra você não! Não sei como consegue tirar nota alta em tudo!
Ele me olhou dando um meio sorriso era um costume nosso fazer isso, todas as semanas de prova ele falava que seria puxado, ele se dava muito bem e eu ia muito mal. Depois ele dizia que estudava muito e por isso tirava boas notas.
- A Aula do senhor Alejandro, deve começar daqui a cinco minutos. - Ele olhou para o relógio e aumentou o passo.
- A primeira prova tinha que ser a dele não é mesmo? - Eu odeio o professor Alejandro, ele é o professor que mais cobra os alunos e o que é mais cruel.
Assim que chegamos à sala de aula o vimos, era alto, de cara amarrada, usando um casaco longo de couro, nariz fino, olhos verdes e incrivelmente malignos.
- Bom dia! - Disse com sua voz grossa, olhando diretamente nos nossos olhos.
- Bom dia... - Nero e eu respondemos ao mesmo tempo, nos olhamos e sentamos no canto, perto da janela.
Durante toda a prova eu acabava me distraindo, graças ao transtorno déficit de atenção com Hiperatividade. Mesmo sabendo que iria tirar um zero na prova eu entreguei com respostas de última hora. O sorriso de satisfação do professor era o que fazia meu sangue fervilhar de raiva, parecia que o que alegrava ele era ver as pessoas se darem mal, tá isso também me dava alegria, mas não quando era comigo!
- Dispensados!
Levantei-me, coloquei a mochila nas costas e caminhei até um dos corredores. Nada de muito diferente, armários, lixeiras, alguns bebedouros, a porta de um dos banheiros masculinos. Abri meu armário, pegando os últimos livros pra estudar ao menos uma vez. Mesmo que eu me desse mal na maioria das matérias, tinha uma que eu sempre me dava bem, superando a todos, História. Por algum motivo a história antiga, principalmente a que envolvia os deuses antigos da Grécia, fluía livremente em minha mente.
- Anh, Olá? - Ouvi uma voz diferente e feminina me chamar.
-... - Me virei e a encarei. - Oi, posso ajudar?
- É que eu essstava procurando minha sala, vou começar a essssstudar aqui hoje. - Ela disse.
- Não sou muito bom com isso, se quiser pode pedir ao Nero que... - Um vento frio percorreu por minha espinha, algo estava muito errado.
- Eu quero que você me diga... Sssssssssemideusssssss! - Sua voz mudou e imediatamente me afastei não o suficiente.
Sua aparência doce e feminina havia mudado, suas pernas tornaram-se idênticas aos troncos de serpentes, sua pele tornou-se um verde como o dos répteis, sua caneta tornou-se uma espécie de lança e seu caderno uma rede.
- Isssssssssso vai ssser divertido... - Ela disse inclinando-se para trás, pronta pra lançar sua lança.
Eu consegui sair do estado de paralisia, de medo profundo. Ela lançou a arma, que por muito pouco não me atinge em cheio, se não tivesse me abaixado, teria uma lança cravada em meu coração. Aproveitei que ela tentaria retomar sua lança e comecei a correr, não tinha lugar seguro, todas as portas pareciam trancadas.
- Droga. - disse baixo, ainda temia que ela pudesse me encontrar.
Continuei a correr para longe, até entrar em uma sala desconhecida para mim. Havia uma longa escadaria, a sala parecia que não era limpa há anos, com teias de aranha, poeira e alguns bichos mortos como ratos, baratas etc. Escondi-me atrás de um dos geradores clamando incessantemente para que aquela mulher, monstro, não sei o que dizer, não me achasse.
Pude ouvir algo se aproximando, fechei os olhos, contraindo as pálpebras fortemente, algo tocou o meu ombro e se não fosse meu autocontrole eu gritaria a qualquer momento.
- Calma, sou eu! - Nero disse sussurrando, já sem as calças e com uma perna bem peluda.
- O que é aquilo? E já ouviu falar em depilação? - Disse ofegante, ainda me recuperando do susto.
- Háháhá! Muito engraçado, eu vou tentar te explicar as coisas, mas antes segure isso... - Ele me entregou algo grande e pesado, uma espada. - Está bem, agora me escute...
- Achei!
A mulher apareceu novamente, golpeando-nos fortemente, fazendo com que cada um fosse para um lado. Havia batido contra a parede, todo o meu corpo doía e a mulher se vangloriava de seu golpe certeiro.
- Ora, ora, ora... Desssssssa vez nem mesmo você, Ssssátiro, poderá me deter! Messssmo asssssssim para ter certeza de que não vai tentar me deter novamente...
Eu me levantei lentamente, tomando nas mãos um objeto pesado e que nem mesmo eu sabia como usar. Ela se aproximou de Nero em movimentos de Zig-Zag, rápida como eu nunca havia visto, tentei erguer a espada, agora na altura do tronco daquela criatura. O suor começava a escorrer frio pela testa, quando estava prestes a golpea-la, uma de suas caudas me lançou fortemente contra um dos geradores.
- Ssssse quer tanto morrer primeiro, atenderei ssssseu pedido!
Ela rastejou até a mim, colocando-se na minha frente, levei meu braço até seu pescoço, tentando enforca-la. Algo além do que eu esperava aconteceu, a criatura havia levado um choque, sua lança acabara encostando-se a um dos geradores e isso fez com que ela recuasse, tomei a espada que tinha caído no chão e com todas as minhas forças restantes atravessei-a com a espada.
Com um grito ensurdecedor ela desapareceu, simplesmente virou pó. Continuei parado na mesma posição, Nero começou a levantar e correu em minha direção.
- O que era aquilo? - Perguntei ainda do mesmo jeito.
- Uma Dracaenae. - Ele disse como se fosse algo muito comum para ele.
- Como na Mitologia? - Perguntei deixando a espada cair no chão.
Após uma longa explicação de ser um Meio-sangue, de meu melhor amigo ser um Sátiro e de que eu tenha derrotado uma Dracaenae, Nero me explicou que eu deveria partir imediatamente para um lugar chamando Acampamento Meio-Sangue.
- Certo, mas como eu vou saber se não está tentando me enganar como a tal da Dracaenae. - Perguntei desconfiado.
- Olha, eu passei o ano inteiro do seu lado, se quisesse te matar já teria matado há muito tempo, agora vamos! - Ele disse enquanto andava (Trotava?).
Resolvi acompanhar Nero, afinal, o que poderia piorar? Assim que chegamos à calçada uma menina estava do nos esperando, ela lançou uma espécie de moeda de ouro aos céus, falando algumas palavras no que deveria ser latim. Para minha surpresa surgiu um taxi cinza do chão, os dois entraram e eu entrei logo em seguida. Sabe quando você diz que nada pode piorar e acaba piorando? Foi o que aconteceu. Três senhoras, um olho, uma velocidade absurda, pessoas gritando, caos total, minhas palavras ao sair do táxi foram: "Legal, podemos ir novamente?"
Saímos do táxi em Long Island, uma colina gigante a nossa frente, começamos a subir a colina, até que pude ler a placa "Acampamento Meio-Sangue"

:::: Divida nessas categorias 50 pontos de atributos ::::
Velocidade: 20
Força: 10
Sabedoria: 10
Pontaria: 10

:::: Perícia ::::
Perícia com esquivas: O jovem garoto sempre preferiu esquivar-se do que atacar logo inicialmente, sendo assim tornou-se mais rápido quando o assunto é esquivar-se de algum golpe físico.

:::: Recordação ::::
Relógio de Prata: Um relógio de bolso feito de prata, com pequenos detalhes, foi a última coisa que sua mãe lhe deu.

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Aaron P. Delacrouxe
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MensagemAssunto: Re: Ficha de Reclamação   Seg Jul 01, 2013 9:07 am

Reclamado



Você escreve muito bem. Não percebi quase nenhum erro de gramática. Portanto, a história ficou a que um semi-deus tem como padrão. Ter dislexia, ter apenas um amigo, ser expulso das escolas. Procure ter mais criatividade. Contudo, bem-vindo ao acampamento meio-sangue, cria de Phobos.
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Leah Volcius
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MensagemAssunto: Re: Ficha de Reclamação   Ter Jul 02, 2013 2:14 pm




Ficha de Reclamação
Dados do Personagem:
Nome do Personagem: Leah Volcius
Idade: 16 anos
Deus que quer ser reclamado: Afrodite
Porque quer ser reclamado por esse Deus: O motivo, é minha admiração pela deusa e por seus feitos e efeitos. Afrodite é, digamos assim, uma inspiração. Ser prole dessa deusa  vai além de beleza externa, como todos pensam e um dos meus motivos para ter escolhido tal deusa é querer mostrar isso as pessoas. Também mostrar que "nós", crias de Afrodite, somos bem mais do que um "rostinho bonito", somos mais fortes do que aparentamos ser. Mais um motivo, são os poderes, os meus favoritos até o momento são, o poder da persuasão, que pode parecer inútil aos olhos de muitos, mas que pode ser bem mais útil do que uma arma forjada.

Características:
Físicas: 1,68 m. 56kg. Olhos verde-mel, cabelo ruivo, tenho a pele muito branca e algumas sardas.
Psicológicas: Sou uma garota muito determinada, amigável, simpática, “inteligente”, companheira e tudo que há de bom, mas também sou muito explosiva, implicante, um pouco irritante, nem um pouco altruísta... Perfeccionista, insurgente... Alguns diriam “A garota perfeita”, mas tenho meus problemas... Sou um pouco perturbada com o fato de não ter tido uma mãe a vida inteira, ter sido criada por uma estrela do cinema que nunca teve tempo suficiente para mim, um milhão de babás, encrencas no colégio, tudo isso junto e misturado, acabou criando uma garota que está sempre com um sorriso no rosto, mas nem sempre está feliz.

Historia:
Pelo que eu sabia, nasci em Los Angeles, Califórnia, no dia 12 de abril de 1997.
Filha do ator de filmes de ação, Tony Schramm Volcius, sempre fui uma garota perfeita. Considerada, praticamente, uma princesa.
Meu pai sendo quem ele é, sempre teve condições de me dar tudo do bom e do melhor, tudo que me agradava e me deixava feliz. Ele dizia "Leah, você é a minha única fonte de felicidade!". A história que ele conta, é que minha mãe morreu quando eu ainda era bem pequena, mas ele não tem fotos dela, nem nada do tipo, apenas diz que me pareço muito com ela.
Nunca acreditei nessa história de que ela morreu. O que eu penso é que ela não queria ficar com ele, por ele ser um homem muito ocupado e ausente em questão á família, mas o que sempre pergunto a mim mesma é: “Por que ela não me levou junto?” Isso sempre me incomodou demais, mas eu não poderia dizer, pois seria mal agradecida se dissesse, afinal, minha vida tem sido maravilhosamente perfeita desde que me lembro.
No colégio, eu era a garota mais popular. Era líder do grupo de torcedoras, líder do grupo de teatro, líder e vocal de uma banda... Enfim, já dá para ter uma noção? Ainda tem o fato de que meu pai é bem famoso, o que influenciava...
Por anos estive rodeada por “amigos”, que na verdade estavam mais interessados nas vantagens que tinham em serem meus amigos. Eu não ligava para isso, o importante para mim era ter companhias e controle sobre tais. Quando digo "controle", quero dizer que eles fariam qualquer coisa por mim, principalmente os garotos. Sempre tive certa facilidade em fazer com que eles gostassem de mim, por mais que eu não quisesse isso.
Ser “perseguida” por garotos é extremamente cansativo, não que eu não goste, mas em relação ao amor, acho que nunca amei ninguém de verdade. Esse tipo de dádiva vem na hora certa e eu não quero ficar como meu pai, triste e solitário, sem amar ninguém novamente, isso é como estar morto estando vivo.
A minha vida perfeitinha seguia a rotina de ir ao colégio, festas e baladas, casa de “amigos” e etc. Nada de mais, nada de menos...
Sem amigos de verdade, sem uma mãe, sem ninguém para poder compartilhar coisas intimas e sentimentos, acabei ficando um pouco perturbada, talvez até um pouco violenta... Por que alguém iria se preocupar com os sentimentos de uma pessoa que tem tudo?
Há momentos que eu daria minha vida para ser apenas uma garota simples, com uma família feliz...
Meu pai fazia tudo para me ver feliz, então me colocou em uma academia de esgrimistas e arqueiros, onde desenvolvi uma habilidade incrível com arcos. Também tinha a academia de dança, eu realmente era uma dançarina incrível e também tinha minha banda “L three”, banda de três garotas, Livia, Lily e Leah, por isso “L three”, nós nos apresentávamos em festas, abríamos shows de bandas mais famosas, e etc.
Um dia quando estávamos saindo de um show, um garoto de muletas parou para me pedir um autografo, eu não sabia que teria fãs a essa altura, mas autografei o caderno do garoto e sai em direção á meu camarim.
Após um tempo, quando já estávamos indo para nossas casas, eu decidi parar em uma loja, vi uma jaqueta de couro incrível e precisava dela. As garotas da banda rumaram para suas casas e eu acabei ficando sozinha.
A loja que entrei estava vazia, exceto pela vendedora, que por sinal era uma mulher velha e esquisitona. Numa boa fui olhar as roupas, e a mulher ficava fungando como se tivesse algo fedendo dentro da loja...
Enfim, a linda jaqueta, acabou se tornando tosca, a cor não era tão legal quanto parecia... Antes que eu saísse da loja, a mulher deu um salto de trás do balcão bloqueando a saída. Ela estava numa posição de ataque de um animal selvagem e feroz.
_Hãm... E-eu... Gostaria de... – Comecei a dizer.
_Sair? – Fui interrompida pela mulher, que tinha uma voz grave e áspera. – Que pena... Por que daqui você não passa.
Sua pele começou a se rasgar... Fiquei boquiaberta quando a mulher começou a se transformar em um monstro horrendo, com asas de morcego e cabelos de serpente. Fiquei apavorada por um segundo... Na verdade, senti como se estivesse em algum dos filmes de ação/ficção que meu pai fazia...
_Dois meio-sangue no mesmo dia... Estou saindo no lucro. – A mulher monstro deu uma risada maluca e horrorosa.
Meio-sangue? Que merda é essa?
Fui dando passos para trás, lentamente, e a mulher monstro vinha em minha direção, ela parecia gostar do momento, iria curtir cada segundo.
Eu não poderia estar sonhando, não poderia... Mas mesmo assim fechei meus olhos e desejei que fosse um sonho ridículo, como os que sempre tenho...
CRAAAAASH!
Atrás da mulher monstro a porta de vidro da loja se quebrou. Um garoto entrou, trotando? O que estava acontecendo?
_Ei! Estrume de minotauro! – Ele gritou.
A mulher monstro virou-se na direção do garoto. Eu não tinha muito tempo, precisava fugir... Mas não poderia deixar aquele garoto ali... Olhei melhor para o garoto, e vi que era o garoto de muletas que me pediu um autografo mais cedo.
Ele segurava um bastão em uma mão, e um arco prateado na outra.
_Leah! – Ele gritou. – Pega isso! – E jogou o arco em minha direção, lançando depois uma flecha. – Você só tem uma chance, e sabe o que fazer!
Peguei o arco no ar, e a flecha que caiu no chão. O garoto tinha um arremesso perfeito, para conseguir lançar um arco pesado como esse...
Ele batia na mulher monstro com seu bastão enquanto eu encaixava a flecha no arco.
“Só uma chance.” A frase ecoava em minha mente... Eu só tenho uma chance para matar a mulher monstro.
Respirei fundo e mirei nas costas da mulher monstro, onde provavelmente estaria seu... Coração?
Inspirei e lancei a flecha.
PUF!
Pó dourado tomou o ar...
_Boa! Você é muito boa! – O garoto disse.
_Eu não estou entendendo nada! – Olhei para o garoto da cabeça aos... Pés de bode? – Oh! Meu Deus! Suas pernas! O que... É isso?
_Eu sou Jen, vem comigo... Eu te explico. – Ele estendeu a mão.
O arco que estava em minha flecha, sumiu numa nevoa prateada. Eu arregalei os olhos assustada, mas Jen começou a me explicar tudo. Eu sou uma semideusa, por isso fui atacada por aquela mulher monstro, que é uma Erínia, mais conhecida como Fúria...
Jen me explicou tudo direitinho, e eu estava entendendo... Ou meu pai é um deus grego, o que não faz muito sentido, porque Jen disse que os deuses não fazem contado com seus filhos... Então minha mãe era uma deusa... Socorro!
Nada fazia muito sentido. Andamos alguns quarteirões até uma rua pouco movimentada, eu já estava assustada e isso acabou piorando, mas Jen lançou uma moeda dourada no ar e começou a falar em uma língua, que eu só entendi algumas palavras. “Meio sangue” “Acampamento” “Levar”.  Uma nevoa cinzenta começou a se tornar um taxi cinza. Jen entrou e me chamou, entrei logo. O inesperado... Oh meu deus! Três velhinhas, alta velocidade, gritaria e briga por um olho. Socorro!

Após minha chegada ao acampamento meio-sangue comecei a entender tudo, Quíron me explicou melhor, cada detalhe, após algumas semanas minha vida mudou de "perfeita" para "mais perfeita ainda", tenho sido uma pessoa mais feliz desde então.


Divida nessas categorias 50 pontos de atributos:
Velocidade: 30
Força: 30
Sabedoria: 25
Pontaria: 40

Perícia:
Toco teclado, violão e era vocal de uma banda. Fazia esgrima e arco e flecha na academia Louis L'Amour, para arqueiros e esgrimistas.


Recordação:
Um colar de prata com um pingente de coração com rubis e uma pulseira da marca Pandora, com vários pingentes fofos que meu pai me dá a cada conquista em minha vida.

Post: Reclamação | Clothes: Here my pretty clothes | About: Me 

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Leah Volcius
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Harry Osborn
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Idade : 20
Localização : Acampamento

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Dracmas: 100
Arsenal:

MensagemAssunto: Re: Ficha de Reclamação   Qui Jul 04, 2013 10:59 pm

FICHA PARA SER RECLAMADO

:::: Dados do Personagem ::::
Nome do Personagem: Harry Osborn
Idade:16
Deus que quer ser reclamado: Zeus
Porque quer ser reclamado por esse Deus:

Porque eu gosto de poder, Também uma das únicas coisas que eu também tenho em comum a ele é o orgulho, portanto, nunca pediria ajuda a ninguém mesmo estando a beira da morte. e ninguém melhor e mais justo do que Zeus em toda as histórias, por tanto acredito que seja perfeito para mim.


:::: Caracteristicas ::::
Físicas: [Altura, peso, cor dos olhos, cabelo, etc]
 
Olhos Cinzentos, cor da pele parda, lábios bem projetados, Cabelo liso, porém meio bem cuidado, também de cor clara. corpo físico atlético e também bem formado, o garoto contem uma pequena cicatriz abaixo de seu queixo sendo resultado de uma batalha entre um monstro.


Pisicologicas:
Problemático e revoltado tem sido resumido a cabeça do menino toda vez que ele ia para o psicologo. Ele tem raiva em ser um semideus, também em ser filho de uma pessoa que nem conhece direito, porém o garoto também as vezes é divertido quando não esta com sua mascara de revoltado da família.


:::: Historia ::::

Harry nunca foi um garoto que havia tido tudo nas mãos. Na verdade sua mãe era uma pessoa doce e com um coração realmente grande e amava-o acima de tudo, mesmo assim ele não gostava de pedi-la nada, mesmo sabendo que ela faria de tudo para dar. Viviam se mudando e mesmo que tivesse diversos amigos, eles nunca duravam muito tempo em um mesmo lugar e a culpa era toda de seu padrasto, que era simplesmente odiável. Estavam juntos desde que era apenas uma criança e ainda assim não havia aprendido a gostar do homem. Tudo nele era desprezível...A aparência, o cheiro, seu comportamento, enfim, tudo mesmo. O único motivo que o garoto podia imaginar pra que estivessem juntos é que de que eram felizes, ao menos nos primeiros meses que se conheceram, mas isso se transformou em medo por parte de sua mãe, medo das consequencias de um termino.

O principal motivo de se mudarem com frequência era o vício desgraçado de seu padrasto. O homem tinha um desejo interminável por álcool, jogatina e drogas, roubava da própria casa para poder ter aquilo e Elizabeth, mãe de Harry, tinha de se virar no trabalho para sustentar os vícios do marginal. Quando as dividas e ameaças ficavam muito altas eram obrigados a se mudar para fugir dos traficantes e cobradores que Anthony insistia em botar em sua cola. Além disso, quando bebia, ou até mesmo em seu normal estado irritadiço, gostava de espancar o garoto por diversão. Harry tinha que mentir para a mãe que achava que se metia em confusões frequentes na escola, apenas não queria ver a mãe triste. Quando o garoto envelheceu, se tornou frio e agora que estava maior certamente podia revidar, mas Anthony percebeu isso e passou a evitá-lo. E mesmo com todos os problemas, era um garoto extrovertido, sorridente. Guardava sua raiva e frieza apenas para Anthony e só não fazia nada por causa de sua mãe, que não duraria por muito tempo.

Em uma tarde, ao fim de suas aulas normais, voltou pra casa sem pressa, o sol já havia caído quando finalmente havia chegado com um sorriso no rosto. Entrou e foi direto à cozinha onde sua mãe sempre estava nesses horários, animado e faminto. Encontrou a mãe ensanguentada, o rosto todo marcado e inchado, jogada a um canto e não precisava dizer nada sobre o que tinha acontecido. Pegou o amaciador de carnes de cima do balcão, indo até o quarto onde Anthony se injetava. Sem falar nada, golpeou a cabeça do homem com força, atirando-o ao chão e o espancando com o amaciador, o rosto sério, sem emoções. Quando terminou, ninguém reconheceria o cadáver do homem, disso tinha certeza. Sua mãe cambaleante chegou no quarto, abalada apenas dizendo: - Aqui...Não mais...Seguro...

Em seguida o garoto saiu aceleradamente de casa, correndo sem parar, até que enfim esbarro em um cara bastante forte que o seguro pelo braço falando o motivo de toda a pressa eu insistia em correr. mas ele não me saltava até eu falar e então eu decidir abrir o bico em quanto isso ele se revelou como um agente de Zeus que era meu pai e me explico tudo sobre o meu destino em relação a isso logo ele me levou ao acampamento para ma apresentar perante Quíron e jurar lealdade ao meu pai.



:::: Divida nessas categorias 50 pontos de atributos ::::
Velocidade: [10]
Força: [20]
Sabedoria: [10]
Pontaria: [10]
:::: Perícia ::::
Pericia em manusear armas com facilidade.

:::: Recordação ::::
Um anel de família feito de ouro, com um rubi para enfeitar ele.
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Susan Grant
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Arsenal:

MensagemAssunto: Re: Ficha de Reclamação   Seg Jul 15, 2013 9:12 am

:::: Dados do Personagem ::::

Nome do Personagem: Susan Grant
Idade: 16 anos.
Deus que quer ser reclamado: Érebus
Porque quer ser reclamado por esse Deus: Tenho certo fascínio pela escuridão de Érebus, também me identifico um pouco com sua história e desfecho trágico, nunca fui alguém que idolatra Zeus e seu exército, ou que espera que seu amor o traísse. Eu sei que poderia fazer jus ao título de filha de Érebus e orgulhar o criador das mais profundas sombras.

:::: Características ::::

Físicas: Geralmente costuma usar seu longo vestido de seda negra, num glamour sombrio de joias de prata e pedras da cor da noite. Os cabelos claros caem-lhe ondulados até os quadris, presos por apenas uma parte com fios metálicos avermelhados como cobre, mas brilhantes como as estrelas à sua nuca. Os olhos claros acentuam ainda mais a beleza da jovem semideusa.

Psicológicas: Uma garota um pouco estranha e sombria, calada e antissocial. Susan prefere evitar as pessoas para que não às machuque com aquilo que ela mesma chama de maldição. Não sabe nada de seu passado, pois quando tenta lembrar parece que uma forte carga elétrica percorre seu corpo.

:::: Historia::::

Eu nem sempre fui a bizarrice que sou hoje, já fui uma adolescente normal, do tipo que iria a todo o tipo de festas, se apaixonava pelas celebridades do momento, que tinha tanto orgulho dos cabelos longos que sempre que podia deixava-os soltos. Eu tinha uma mãe, um pai e uma irmã caçula. Pelo menos é o que me falaram, pois não me lembro de nada que veio antes da chacina, a única coisa que eu me lembro é de que eu quase morri.
Os médicos disseram que eu tive uma “experiência de quase morte”. Em um momento estavam ali, todos rindo, conversando em outro momento estávamos todos ali, caídos no chão, mergulhados em uma poça de sangue.
- Susan? – A voz de Near me tirou do transe.
Despertei, vendo que todos, inclusive o professor, estavam me olhando como se algo em mim chamasse atenção. Balancei a cabeça, sentindo-me um pouco tonta.
- Senhorita Grant, a senhorita está bem? – O Professor perguntou.
- Só estou um pouco tonta. – Respondi
Sentei-me na cadeira, tentando afastar as lembranças tão ruins que vinham a minha mente. Além de perder minha família comecei a ver estranhos seres ao meu redor, foi por causa disso que eu fui chamada de aberração. O professor havia pedido para que eu fosse à enfermaria, quando cheguei lá, após alguns pequenos exames fui liberada da escola.
Desde que sai do hospital fui criada pela minha tia, Rebecca, vice-presidente de uma marca de roupas. Eu me sinto um pouco mal, acho que estraguei um pouco a vida dela. Rebecca me acolheu por não ter muita opção, meu pai era um desconhecido, meus avós já haviam falecido, e ela era a única irmã da minha mãe, ou ela me criava, ou eu iria parar em um orfanato até completar 18 anos. Ela é legal, mas quase nunca está em casa, na maioria das vezes fica até tarde trabalhando na empresa.
Ainda eram 14h27min, não tinha ninguém em casa e hoje era dia da visita da Psicóloga, uma mulher contratada pela minha tia para que eu superasse a “profunda perda” (Palavras dela, não minhas). Após algumas perguntas idiotas, ela tentava me levar para uma espécie de terapia. Mas de maneira nenhuma eu iria tomar partido nisso. De jeito algum eu podia sentar num círculo com um bando de pessoas angustiadas, esperando por minha vez para dividir a história do pior dia da minha vida. Eu quero dizer, como isso poderia ajudar?
Após a psicóloga ter ido embora, ouvi baterem na porta, o que era estranho já que eu não esperava ninguém. Desci sem pressa, estava lendo sobre os Doze trabalhos de Herácles, que iria ser meu trabalho para a aula de latim. Assim que eu abri a porta pude ver os cabelos castanhos e ondulados, a pele um pouco morena, os olhos castanhos escurecidos, a boca naturalmente colorida.
- Near? – Observei meu amigo. – O que está fazendo aqui?
- Você precisa sair daqui! – Ele disse com um semblante desesperado. – Agora!
Ele me puxou pela manga do casaco, não tive tempo de reagir, quando fui perceber estávamos bastante longe da minha casa. Puxei a manga de meu casaco fazendo com que Near parasse de correr e só então fui reparar em suas pernas, eram cheias de pelo como as de um bode.
- Para onde está me levando e o que houve com suas pernas? – Perguntei.
- Olha, eu te explico pelo caminho, mas, por favor, anda logo. – Disse ele.
Enquanto praticamente corríamos a toda velocidade, Near me contou que era um sátiro, uma criatura mitológica, disse que eu era uma semideusa, ou seja, filha de alguma divindade grega que não sabia qual era. Após algumas explicações que eu sinceramente achei não ser importante ele disse que iríamos para um lugar chamado Acampamento Meio-Sangue, onde Semideuses treinam para aprenderem a sobreviver, matar monstros e honrar seus progenitores.

:::: Dividam nessas categorias 50 pontos de atributos::::

Velocidade: 20
Força: 10
Sabedoria: 10
Pontaria: 10

:::: Perícia ::::
Sensibilidade ao perigo: Após tantos anos se defendendo de monstros, Susan acabou despertando uma grande sensibilidade contra o perigo, sentindo sempre que algum monstro possa estar perto.

:::: Recordação ::::
Jóias de Prata: Um conjunto de estranhas joias feitas de prata e algumas pedras escuras como a noite, a garota não sabe como as ganhou, ou quem as deu, mas mesmo assim as usa sempre.

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Susan Grant
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Eros
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MensagemAssunto: Re: Ficha de Reclamação   Qui Jul 18, 2013 10:05 pm

Susan, sinceramente, seu teste foi muito fraco para ser filha de Érebo. Mas como o teste de um dos três grandes não foi tão exigente, RECLAMADA.

Não decepcione seu projenitor!
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Britany A. Baudelaire
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MensagemAssunto: Re: Ficha de Reclamação   Seg Jul 22, 2013 4:06 pm

:::: Dados do Personagem ::::
Nome do Personagem: Britany Angelique Baudelaire
Idade: 16
Deus que quer ser reclamado: Hermes
Por que quer ser reclamado por esse Deus? Tenho muito em comum com as proles do deus, a persuasão, o jeito travesso e tudo mais. Em todos os fóruns que jogo, sou filha de Hermes, tenho muita afeição e não consigo me ver como filha de nenhum outro

:::: Caracteristicas ::::
Físicas:  Britany não é muito alta, é magra e tem profundos olhos verdes. Seus cabelos são negros e lisos, até a cintura. A pele é clara, como porcelana.

Pisicologicas: É egoísta e orgulhosa, além de ser muito impaciente. Sempre insiste em dizer que está certa, e mesmo que provem o contrário, a garota não muda de opinião. É fiel e sincera com os que ama (muito poucos). Nunca deixaria um amigo na mão.

:::: Historia ::::
Conte como cresceu, como descobriu ser um semideus, como chegou ao Acampamento, quem era seu pai/mãe, etc [Min de linha; 25]

"L.A.D.Y
Bom, um nome, que na verdade nem era um nome direito, era tudo o que ela tinha.
L.A.D.Y nunca soube de verdade quem era, sempre foi sozinha, desde... desde sempre..."

O inverno rigoroso de Nova York não deixava a desejar. As ruas encobertas pela neve faziam a cidade parecer um cenário de filme natalino. Mas a guerra na qual a cidade se encontrava não era nada agradável. Muitos não eram capazes de ver o que acontecia ali perto, mais especificamente, no Brooklin. Alguns dias antes, havia sido anunciado um grande acidente na Ponte do Brooklin, o qual fez a mesma ficar interditada, mas é claro que aquilo não fora apenas um acidente. Seres malignos se levantavam do Tártaro neste exato momento, prestes a colocar toda a cidade abaixo. Destruir vidas, sonhos, planos. Eles iriam conseguir, não havia jeito. Cada dia que se passava, eram anunciadas novas mortes: Criança é morta, encontrada decepada, ao lado de um bar; ou então: Casal é encontrado morta após batida forte de carro. Quem estava causando essas desgraças? Para os típicos nova-iorquinos, o destino, para quem conseguia enxergar a verdade, os monstros.

Naturalmente, existiam alguns semideuses em Nova York - eles estão por todas as partes - mas eles ainda não eram suficientes para acabar com o caos, precisavam de uma força maior, quem sabe, os deuses. O que eles mais precisavam agora era de um mensageiro, uma mensageira na verdade, a qual não estava muito distante dali.

Com o frio se tornava cada vez menos possível para os semideuses lutarem, ainda mais, sem serem vistos pelos mortais. Muitos deles haviam adoecido, alguns outros até já estavam mortos e tudo indicava que a guerra estava perdida. Os Titãs haviam ganho. Quando a esperança estava prestes a morrer, uma chama se acendeu.

Foi em uma de suas andanças pela cidade. A pequena L.A.D.Y estava quase se tornando uma pedra de gelo, e já o teria virado, se não fosse pela caixa de fósforos que encontrará á muito tempo atrás. Toda vez que sentia que o frio a consumiria, a garota acendia um fósforo, orando aos deuses para que não a deixassem morrer. Mas, enfim, L.A.D.Y estava se aquecendo, sentada em um canto da ponte. Ela sabia que o local estava interditado, mas sabia também que ninguém ia se importar. Ninguém nunca se importava com ela.

A pequena estava encolhidinha, abraçada aos seus joelhos, quando, de repente, ouviu um barulho, algo como que um rugido. Assustada se levantou, esbarrando, assim, as costas em alguma coisa. Ela virou-se inquieta, o coração aos pulos, o que se encontrava ao seu lado era nada mais nada menos que um imenso ciclope. A fera de um olho só fez um gesto de ataque, deixando seus dentes amarelos e tortos à mostra. Porém, por algum estranho e desconhecido motivo, hesitou. L.A.D.Y não tinha a mínima ideia do que fazer. Aquilo parecia mais um dos terríveis pesadelos que a rodeavam, mas o monstro era... Real. Ela sentia. Sem saber o que fazer, sentindo a morte cada vez mais próxima, ela acendeu um fósforo, provavelmente, o último em sua vida…

Alguns segundos passaram-se e L.A.D.Y ainda estava ali, o monstro ao seu lado quase que sem reação. O fósforo que jazia na mão da garota quase se apagara por completo. Então eis que surge do meio do nada um garoto que deveria ser um tanto mais velho que L.A.D.Y:

− Fora daqui seu grandão de um olho só! – Gritou o menino. L.A.D.Y olhou atentamente para ele. Baixinho, magricela, com cara de babaca.

Devia ser um daqueles garotos que, na escola, era colocado dentro dos armários ou tinha a cabeça enfiada em uma privada. Bom, mas pelo menos ele havia chamado a atenção do monstro para si – o que foi uma grande idiotice, pensou L.A.D.Y -. O ciclope girou seu corpo, até ficar cara a cara com ele:

− Isso mesmo cara, venha me pegar se tiver coragem! – O menino mostrou a língua para a criatura, que pareceu ficar bem ofendida, pois levantou o bastão que tinha em mãos e o atirou para cima do garoto, que por sorte, conseguiu desviar-se do golpe.

Logo em seguida o menino desengonçado sacou uma espada brilhante e se atracou em uma luta com a fera. Não era possível tirar conclusões precipitadas de quem ganharia o combate. Apesar de desengonçado, o garoto parecia ter muita habilidade com a espada. Os únicos barulhos que se ouviam eram o tilintar da arma contra o bastão e rugidos de dor de ambos. L.A.D.Y precisava fazer algo, porém, não sabia o que. Mas antes que se preocupasse ainda mais ouviu um baque: O ciclope havia caído em batalha, e o garoto levantava a espada ao alto, reluzente de felicidade. L.A.D.Y olhou abismada para o corpo, que já se transformava em uma pilha de pó dourado:

− Mas… Como… Você – Ela disse olhando o garoto – Você fez isso? Impossível. – Mas seus olhos brilhavam. Era a primeira vez que ela via algo assim em toda a sua vida.

− Olá, sou Timmy – Ele se apresentou – Filho de Deméter, e você pequena, é filha de quem? –

L.A.D.Y não sabia o que responder. Ela ainda estava muito intrigada com o acontecimento inesperado. O garoto deve ter percebido isso, pois, logo mudou o tom de voz:

− Qual o problema garota? –

A pequena procurava palavras para respondê-lo, mas não as encontrava em lugar nenhum. Um novo ruído a vez desviar os olhos. Detrás do garoto vinha vindo alguém. Um garoto alto e loiro, de semblante sério, mas belo. O coração de L.A.D.Y bateu mais forte naquele momento, mas ela não deixou isso transparecer, o que importava agora era saber quem era. Só isso.

O louro chegou perto deles dois. Lançou um olhar furtivo para a garota, e se voltou para Timmy:

− Quem é essa? – Sua voz era linda e hipnotizante

− Não sei Dave – Respondeu o outro – Talvez ela seja a mensageira, a qual, estávamos esperando – Ele sussurrou as últimas palavras

Dave olhou mais uma vez para ela, fazendo com que desviasse o rosto:

− É. Talvez seja ela. Venha conosco. Precisa saber um pouco mais das coisas. – Ele disse, e ela não ousou desobedecê-lo.

Os três caminharam, pela ponte, e durante o percurso, L.A.D.Y percebeu muitos corpos caídos, e alguns montes do mesmo pó brilhante no qual o ciclope se transformara. O caos era grande, agora ela entendia o porquê do local estar interditado. Dave parou em certo ponto do caminho  convidou-os a sentar-se junto dele em canto.

− A primeira coisa que você precisa saber é o seu nome. Sei muito bem que é chamada de L.A.D.Y, porém seu verdadeiro nome é Britany. Britany Angelique Baudelaire, você não é como as outras meninas, é especial, muito especial. É filha de Hermes, o deus dos viajantes. Deve estar se perguntando como isso é possível. Bom, vou lhe contar sua história – Ele lhe sorriu – Aconteceu há alguns anos atrás, o deus Hermes andava pelas ruas de Denver, quando avistou uma moça muito bela, sozinha, sentada debaixo de uma árvore.

“ Aproximando-se dela, ele lhe perguntou seu nome, ele havia se apaixonado no primeiro momento que a viu. A moça lhe disse que se chamava Aurora, mas levantou-se com o propósito de ir embora. Ele era um estranho para ela. Mas Hermes sempre consegue o que quer, e daquela vez não foi diferente. Ele segurou o braço de Aurora. Seus olhos eram de um verde muito vivo , os quais mais tarde, também pertenceriam a sua filha – Ele olhou dentro dos olhos da garota - . Hermes pediu que ela ficasse mais um pouco, precisava estar junto dela. Aurora não hesitou. Sentou-se ao lado do deus e ali ficaram a conversar. Eles se encontravam todos os dias depois disso. Eram dois amantes, queridos um pelo outro. O deus temia cada vez mais esse amor, pois uma hora ou outra teria de acabar por desvendar seu verdadeiro ‘eu’. Mas, tinha medo de fazê-lo e deixar sua amada confundida, fazendo com que ela o abandonasse.”

“Foi em uma tarde chuvosa”. Os dois se encontraram no mesmo lugar de sempre. Hermes estava decidido a dizer quem era aquele dia. Ele foi o primeiro a chegar. Alguns minutos mais tarde, ela surgiu. Um sorriso eletrizante no rosto. Disse que tinha uma coisa para dizer a ele. Ele falou o mesmo para ela, mas fez menção para que ela fizesse o enunciado primeiro. ‘Estou grávida’ Disse Aurora ‘Teremos um bebê querido’. O deus não acreditava nas palavras que ela dissera. Aurora então pediu para que ele dissesse o que tinha para dizer, e por um momento, mais uma única vez, ele oscilou, mas percebeu que se não contasse agora, não o faria jamais. ‘Eu não sou quem pareço querida’ Hermes falou com os olhos baixos ‘Sou um deus. Sou o verdadeiro Hermes, das antigas histórias mitológicas’. Aurora achou que ele estivesse brincando, mas quando viu sua face, soube que era a verdade. O deus então, se dissipou do local, sem deixar mais nenhuma pista. Aurora pôs-se a chorar, dominada pela emoção. Sua vida e de seu filho não seria mais como planejara. ”


A garota ouvia as palavras com bastante atenção, vendo cada cena narrada diante de seus olhos. Dave continuou.

− Depois de nove meses sofridos de gravidez, o bebê nasceu. Era uma menina, a garotinha mais linda de todo o mundo. Mas, devido a complicações no parto, sua mãe morreu. A pequenina agora estava sozinha no mundo. A parteira, sem saber o que fazer, levou-a até o orfanato local, onde ela cresceu até os doze anos. Ao completar essa idade, a garota fugiu, em busca de sua verdadeira história, levando consigo, nada mais nada menos que uma única caixa de fósforos, para que pudesse se aquecer nos dias invernais. Mas ela esqueceu-se de que era apenas uma garotinha. Não conhecia nada do mundo. Mesmo assim, não desistiu, e se tornou uma andarilha. Se não fosse por seu pai, ela já estaria morta há muito tempo. Era ele que, às escondidas, colocava uma troca de roupa em algum lugar para ela encontrar, ou então um prato de comida, que aparecia do nada do lado dela. Essa garotinha andava até hoje por aí, de cidade em cidade, sem nunca ter o que achar. Mas hoje, ela descobriu que é. E Está bem na minha frente agora. – Ele encerrou. – O que achou? – Perguntou. – Já sei, deve querer saber como eu sei de tudo isso. Simples, seu pai me mandou em uma missão para encontra-la pequena. – Mais uma vez ele olhou para ela.

Ela ainda tinha dúvidas sobre a história que acabara de ouvir. Seria mesmo verdade o que saia da boca daquele menino? A realidade era que isso era a única coisa que explicava realmente sua sobrevivência por esses anos. Mas o que ela ainda não entendia, era porque Timmy dissera que ela era a mensageira. Como que se lesse seus pensamentos, Dave falou:

− Você é a única saída para o nosso problema, Britany. Está vendo essa destruição? Tudo isso acontece porque alguém retirou os gigantes e os monstros do Tártaro. Eles precisam ser aprisionados novamente, Britany, e você tem a solução.

− Eu? – Ela perguntou desnorteada. – Mas eu não tenho nada. Como poderia possuir a chave para esse seu problema?

− Você está errada. Você possui sim uma coisa – Ele colocou os olhos na mão da garota, que ainda segurava a caixinha de fósforos.

− Mas… Isso é a solução? Uma caixa?

− Não é uma simples caixa. Foi um presente de seu pai, para que sempre que estivesse perdida, acendesse um fósforo e visse a direção a tomar. Agora abra a caixa. – Ele pediu

Ela fez o que foi pedido. Lá dentro havia apenas mais um fósforo.

− Acenda-o Britany – Dave pediu – Não pergunte mais nada, apenas acenda-o.

Ela o fez. No momento exato que riscou o fósforo, uma luz fora do comum apareceu. No instante seguinte, já não havia mais nada lá, quero dizer, As pessoas ainda permaneciam intactas em seus lugares, mas os monstros que há alguns segundos matavam e destruíam, haviam de esvaecido junto com a luz. Mágica, ela pensou. E ali ficou observando alguns garotos e garotas de mais ou menos sua idade se levantarem atordoados. Dave e Timmy se levantaram e foram de encontro aos outros, mas ela não conseguia se levantar. Ainda não acreditava em tudo aquilo, apesar de saber que era verdade.

Dave voltou para o seu lado:

− Vamos Srtª Angelique, você é uma semideusa, e só há um lugar seguro para semideuses em todo o mundo, o Acampamento Meio-Sangue. –

------------------------------------------------------------------

Ainda era difícil para ela ser chamada de Britany. Seu novo nome lhe incomodava um pouco. Mas ela havia aceitado seguir com Dave, Timmy e os outros, e agora não podia voltar atrás.

Eles andaram por algum tempo, até que Timmy anunciou:

− Este é o seu novo lar, senhorita! –

Ela olhou para frente. Diante de seus olhos encontrava-se um imenso local, que se assemelhava a um acampamento de férias.

− O Acampamento Meio-Sangue!

:::: Divida nessas categorias 50 pontos de atributos ::::
Velocidade: [20]
Força: [6]
Sabedoria: [14]
Pontaria: [10]

:::: Perícia ::::
Uma perícia que você tem, que não seja herdada, como por exemplo, tocar algum instrumento, alguma arte marcial: Britany toca piano perfeitamente e é fluente em francês.

:::: Recordação ::::
Minha caixinha de fósforos.
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Atena
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MensagemAssunto: Re: Ficha de Reclamação   Ter Jul 23, 2013 12:50 pm

Reclamada
Bem-vinda filha de Hermes!
Logo estaremos atualizando seu rank e colocando-a no grupo.
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Jon Gilmour
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MensagemAssunto: Re: Ficha de Reclamação   Qua Jul 24, 2013 9:21 pm

:::: Dados do Personagem ::::
Nome do Personagem:Jon Gilmour
Idade:14
Deus que quer ser reclamado:Hypnos
Porque quer ser reclamado por esse Deus:A história e o jeito de viver(literalmente dormindo) de Hypnos sempre me deixou interessado, além de eu gostar bastante de dormir.
:::: Caracteristicas ::::
Físicas: 1,70, Olhos cinzas, cabelos pretos, 68 Kgs.
Pisicologicas: Um tanto preguiçoso, amigo bem leal, sempre com uma cara de "tô nem ai".
:::: Historia ::::
Conte como cresceu, como descobriu ser um semideus, como chegou ao Acampamento, quem era seu pai/mãe, etc [Min de linha; 25]
Nasci em New Wark, New Jersey, segundo minha mãe puxei os cabeços e os olhos de meu pai, porém acabei nunca o vendo.
Sempre amei dormir, desde criança eu dormia durante as aulas, o que fazia minha mãe ficar louca comigo, mas vezes era paciente e dizia que apenas dormir não me levaria a muita coisa, mas mesmo assim eu sentia muito sono e voltava a dormir, isso desde a creche, mas quando a professora conseguia me acordar eu era um bom aluno e aprendia bastante, assim eu consegui chegar no ensino médio, apenas dormindo e quando acordava eu aprendia o suficiente para ir bem em algumas provas, mas na maioria das vezes alguém da minha turma ajudava, graças a eles consegui isso, se não ainda continuaria no ensino fundamental, segundo a minha mãe, mas quando ela chegava nesse assunto ficava falando e falando por um longo tempo, eu acabava dormindo e apanhava dela, é a vida.
Durante o outono queriam fazer um baile, mas seria num sábado a noite e eu acabaria dormindo, se não tivesse sido convidado pelos meus amigos a ir, então tive que tentar ficar acordado para poder ir, quando falei isso para a minha mãe, ela riu por muito tempo. Muito mesmo, então quando ela acabou de rir me acordou novamente e me levou para provar um smoking, mas eu não queria ir de smoking, só alguma roupa mais legal, só que acabei perdendo a briga e tive que ir de smoking. Na loja uma atendente veio falar conosco:


-Ah, olá! Sou Jenny, vim atender vocês, o que querem?


-Oi! Meu filho vai num baile semana que vem e queríamos um terno para ele.


Fomos andando até uma sessão da loja, simplesmente peguei o primeiro terno que vi e disse:


-Pronto, vamos.


Mas acabei sendo forçado a colocar o terno, e depois de um tempo acabamos escolhendo um terno e pronto, fomos finalmente para casa.
Quando chegamos em casa eu volto a dormir para esperar o outro dia, quando ele chegou já era quase hora de ir pra escola, acordei com um sapato na minha orelha e minha mãe dizendo para eu ir pra escola, me arrumei bem rápido e fui. A semana foi bem rápida, a maior parte do tempo eu dormir, como já se esperava, até o dia do baile. Morrendo de sono eu me arrumei e fui esperar meus amigos, eles conseguiram um carro para nos levar e fomos, eu quase dormindo novamente, mas eles ficavam me cutucando para eu não dormir até a escola, mas quando a gente chegou lá eles foram "conversar" com umas garotas e eu dormi num dos bancos, acordei com uns cutuques no meu braço e um cara mal encarado dizendo:


-Acorda seu otário.


Abri o olho devagar e disse:


-Sai fora idiota.


Então levei um soco na cara, acabei acordando de vez e disse:


-Sai fora, IDIOTA!


Quando vi meu punho tava na cara do homem e ele caído no chão, logo voltei para o banco para tentar dormir, mas dai ele se levantou, mas de um jeito bem estranho, como se alguma coisa estivesse puxando ele, até que de repente alguma coisa perfura ele e alguém começa a me puxar, quando vi era um amigo meu correndo me puxando pela manga da minha camisa dizendo:


-Temos que sair daqui, não é hora pra dormir!


Saímos correndo até a rua, quando vi um carro estranho, parecia um carro fúnebre, mas em vez de lâmpadas, tinha fogo azul acendendo a rua, nas portas tinha uma nuvem cinza brilhando e ouvi uma voz tenebrosa:


-Olá sobrinho, é um prazer conhece-lo.


Eu estranhando tudo, até que meu amigo tira sua calça no meio do carro, eu acabei gritando perguntando o que ele ia fazer, até ver suas pernas peludas, mas peludas mesmo! Pior eram seus cascos, depois ele puxou seu cabelo e vi dois chifres na sua cabeça e comecei a berrar até a voz tenebrosa repetir:


-Igual seu pai, só falta acabar dormindo.


De repente fogo se espalhou no banco do carro e apareceu um homem com longos cabelos pretos e olhos cinzas, usando uma roupa de couro estranha, antes de ele abrir a boca, acabei desmaiando:


-Igual o pai mesmo...


Apenas acordei dois dias depois numa cama muito confortável num quarto cheio de colchões que me atraiam muito, quando sai acabei vendo meu amigo, mas ele continuava com as pernas peludas e os cascos, um homem numa cadeira de rodas veio até mim e me explicou tudo, tudo mesmo sobre quem eu era e quem era meu pai.
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Eros
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MensagemAssunto: Re: Ficha de Reclamação   Qui Jul 25, 2013 5:24 pm

Reclamado

Bem vindo filho de Hypnos, Não decepcione teu pai!

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MensagemAssunto: Re: Ficha de Reclamação   

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