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 Arena do Acampamento

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MensagemAssunto: Arena do Acampamento   Dom Jun 16, 2013 2:00 pm


Arena



A Arena do acampamento fica logo depois da trilha de chalés. Possui bonecos de palha e alvos espalhados por ela. É onde os campistas treinam e duelam. No fundo da Arena tem as jaulas onde ficam os monstros presos, estando á disposição para qualquer campista solta-los para treinar. Também é onde acontecem as aulas de esgrima e arco e flecha.

Obs.: Quando forem atualizar a ficha do personagem, o xp aumenta de 100 para 105, de 105 para 110, e assim vai.



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Gabrielle Woods
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MensagemAssunto: Re: Arena do Acampamento   Sex Jun 28, 2013 10:01 am





Treino de arremesso de facas'O'


Pela milésima vez, ou assim me pareceu, a faca errou o alvo. Frustada, fui até o alvo e a recolhi, assim como as catorze outras que estavam no chão. De novo, de novo e de novo. Eu ainda não tinha uma arma de curta distancia propriamente dita, exceto aquelas facas de arremesso que eu havia pego emprestado de uns filhos de Hermes (amigos com quem havia dividido o chalé enquanto era indefinida). Abri os braços e me deixei cair para trás: sentia falta de uma faca, de uma adaga, tamém sentia muitas dores e a frustação estava dominando meu ser.

Eu não tinha preferencias por armas: precisava me adaptar e aprender rapidamente um novo estilo sempre que perdia a faca, adaga ou espada anterior. Mesmo assim, eu tinha as minhas preferencias e facas de arremesso e armas de longa distancia não estavam nelas.

Eu me recusei a me mover por um longo momento, encarando as nuvens que passavam acima de mim. Era tão bom... ser livre daquela maneira. Eu estava correndo de monstros a cada cinco minutos, mas era bom: nós nos divertíamos, riamos e fazíamos outras bobagens. A vida nas ruas parecia mais inocente e idiota que a do acampamento: derrepente você é atacado por um monstro estranho, descobrindo que sua vida era uma merda, e é nessa hora que te dizem, "Hey, seu pai ou mãe é um deus grego de zilhões de anos incrustado as cracas".

As memorias daquela noite em particular estavam nubladas como o tempo atual. Então, alguém chutou de leve a lateral do meu corpo.

- Ei, você. Não aconselhamos que durmam nos campos de treino: alguém pode pisar em você por acidente.

Da minha parte, vieram sons incoerentes. Algumas pessoas achavam que eu era louca mesmo, que diferença faria mais uma? Ela entrou no meu campo de visão: uma adolescente de uns 16 anos, cabelos negros curtos e uma cicatriz na bochecha. Em seus cabelos, estavam óculos escuros e seus olhos eram de um castanho claro, puxado para o âmbar alaranjado.
A garota me ofereceu a mão. Eu demorei alguns segundos para aceita-la, desconfiada.

- Gabrielle, Gabrielle Woods. - falei, não muito certa se deveria me apresentar. Soltei um suspiro pesaroso enquanto a desconhecida fitava o alvo a alguns metros de distância com diversos buracos e nenhum que acertaria o monstro, exceto que você quisesse deixa-lo ainda mais zangado.

- Alice, Alice Bennet – Ela disse inespressiva, entretanto seus olhos mostravam que ela se divertia com a minha situação. Bufei com o pensamento, como é que alguém iria se divertir com a minha desgraça? – Treino com facas de arremeso? – indagou ela.

- É, mas... - joguei uma faca que debilmente saiu voando para trás. Petrificada com o meu fracasso, eu comecei a corar. Como eu podia ser tão ruim assim? Revirei os olhos diante de tal tragédia, eu era, realmente, péssima.

- Posso tentar? - perguntou Alice. Entreguei uma faca para ela e a garota repetiu o gesto que eu fazia para tira-las da bainha: era surpreendente, sem nenhum movimento desnecessário. Sem se atrapalhar, ela girou a faca na mão e em uma linha reta perfeita, a disparou contra o alvo, atingindo o centro. Morte instantânea - Mais uma - ela me pediu e eu entreguei. Repetindo o gesto de tirar da bainha, este movimento foi mais rápido: ela jogou a faca na diagonal no momento que esta estava longe o suficiente da bainha. O resultado não foi o centro perfeito, mas algo bem perto disso.

- Alice, Você é... Incrível - comentei, involuntariamente e com uma cara que denunciava minha suspresa. Dessa vez, ela deu uma gargalhada.

- Apenas Alie está bom - ela me disse, e eu repeti o seu primeiro nome - Isso mesmo. Os princípios do combate, seja com garras, dentes, espadas, arcos ou metralhadora, são os mesmos: não se mova rápido demais nem lento demais. Existem outras, claro, e o combate a longa distancia tem suas regras especias: a primeira que você deve saber é que não deve acertar o seu alvo, mas tornar-se uma com ele.


- Tornar-se uma com ele... ? - perguntei, sem entender direito.

- Se você entendeu, me mostre - reclamou ela, com uma voz digna de uma treinadora do exercito espartano.

Era mais fácil falar do que fazer. Depois de recolher as facas pela quarta vez, comecei a ficar irritada. Tentei mais uma vez o movimento mais rápido, o segundo que Alie mostrara. A faca se fincou no mais externo dos anéis.

- Que droga isso quer dizer?! - explodi, jogando uma faca na jovem de cabelos negros que estava lendo um livro. Ela o ergueu e bloqueou a minha faca errônea que provavelmente a teria matado por acidente.

- Exatamente o que eu quero dizer - ela respondeu, jogando a faca com o cabo voltado para mim e fechando o livro - Ignore tudo que seja irrelevante. Considere tudo que pode ser importante. Foque em seu inimigo e leia seus movimentos.

- Ainda não entendi - resmunguei, chutando a terra no chão. Ela suspirou, indo até mim e deu um soco de leve no meu ombro.

- Certo, certo. Você pode continuar sozinha a partir dai - ela falou para mim, sumindo de vista - Até!

Demoraram cinco minutos para eu perceber exatamente o que havia acontecido.

- Espere! – Falei enquanto guardava a bainha e fui atrás da minha treinadora, irritada.

Citação :
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Primeiro: o treino está incompleto porque pretendo fazer uma continuação.
Segundo: o fiz assim porque sou uma novata e não é de primeira que vou acertar à fazer as coisas.





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MensagemAssunto: Re: Arena do Acampamento   Sex Jun 28, 2013 5:10 pm


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MensagemAssunto: Re: Arena do Acampamento   Sex Jun 28, 2013 8:46 pm

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Arthur não tinha muito o que fazer no momento, a pouco havia saído de uma missão a ele dada por Zeus, onde Arthur foi premiado com um pégaso negro. Arthur montava o pégaso que havia batizado como "Nero". Arthur voava em Nero até a arena do acampamento, ele estava afim de treinar batalhando contra uma quimera. Estava um dia ensolarado com poucas nuvens nos céus, assim como as sombras causadas pelas árvores, Arthur então, trajando uma camisa vermelha de mangas compridas, sob o peitoral de titânio, uma calça jeans justa, e um tênis branco, puxou sua espada de ouro e soltou uma quimera que estava presa em uma jaula. Enquanto murmurava a Nero:

- Nero, tenho certeza de que, se trabalharmos juntos, venceremos essa quimera. - Murmurava Arthur a Nero com um olhar de pidão.

Arthur então abriu a jaula da fera diabólica. Foi questão de milésimos de segundos até que a fera saísse furiosamente atacando Arthur, mas, foi surpreendida com um rinchar de Nero, que via toda a cena e pode ver o ataque da quimera. Arthur então já mais alerta saltava pra cima da quimera que logo fazia vários movimentos a fim de derrubar Arthur de cima de si.

- Rápido! Nero! Faça algo! - Gritava Arthur para Nero enquanto era balançado pela quimera.

Nero dava um salto para o alto e voava pelos céus, quando do nada, Nero da um rasante sobre a quimera que se irrita com Nero e começa a voar, ainda com Arthur nas costas, A cabeça da esquerda da quimera começa a acumular um liquido inflamável em sua boca, para que a cabeça da direita possa colocar fogo e possibilitar a cabeça da esquerda a soltar uma rajada de fogo que incinera qualquer coisa.

- Eu disse para fazer alguma coisa! Mas seria muito melhor se fosse algo que me tirasse dessa enrascada! -
Gritava Arthur a Nero.

Arthur vê que Nero planeja salva-lo caso decida soltar da quimera, justo o que Arthur faz, Arthur solta da quimera iniciando uma queda que o mataria, mas, antes que chegue ao chão é salvo por Nero, que ainda é perseguido pela quimera, que começa a soltar fogo em direção a Nero.

Mas, Nero faz vários movimentos procurando desviar-se dos ataques da quimera, quando de repente Arthur murmura para Nero algo que parece ser um bom plano.

- Nero! Procure voar sobre a quimera! Eu vou saltar em cima dela e cortar-lhe as asas! Mas, vê se me pega lá em baixo. Okay? -
Arthur dizia e via que Nero entendera tudo e que iria fazer como o de acordo.

Então, Nero começa a sobrevoar a quimera e quando a quimera já estava para atacar Nero novamente, Arthur pula sobre ela e ficando de pés sobre ela, lhe corta as asas e vendo que a quimera não podia mais voar, começa a cair ao lado da mesma que parece cair em grande desespero, mas, quando Arthur estava ainda em direção ao chão, Nero o pega no ar e pousa no chão de uma maneira brusca a qual não agradaria muito a Arthur. Ao pousar no chão, Arthur vira que a quimera já estava no chão morta.

Arthur chamava alguém para "limpar"o local. Arthur, após ajudar na limpeza da arena do acampamento, se dirigia para o chalé de Ares, pois ele já tinha de descansar um pouco, já havia de ter feito uma missão para Zeus e um treino para aumentar suas forças.

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Zeus
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MensagemAssunto: Re: Arena do Acampamento   Sex Jun 28, 2013 8:52 pm


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MensagemAssunto: Re: Arena do Acampamento   Sex Jun 28, 2013 9:13 pm





Treino de arquearia à distância


Eram exatamente duas horas da tarde enquanto eu corria afoita pelo acampamento. Meu destino? Arena de treinos. Havia marcado de encontrar Alice, a única pessoa disposta a me ajudar. Não havia mencionado tanto sobre ela, entretanto nas ultimas vezes em que havíamos nos escontrado percebi que ela era divertida, apesar de ser séria demais.

Adentrei a arena, a areia se erguia e desaparecia no ar conforme eu pisava naquele solo pela segunda vez. O sol estava bastante forte e o céu estava mais limpo e azul. Quase não havia vento, o que poderia se tornar uma grande vantagem para o meu treino.

Na primeira vez que estivera na arena, eu havia conhecido o local e sido introduzida aos treinos da primeira pessoa que ali considerei como amiga, ou algo parecido. Agora eu esperava encontrá-la novamente para mais um novo treino. Na minha mente imaginava que iríamos continuar com o treino de facas de arremeso. Porém eu devia saber que estava mais do que enganada.

Sem hesitar peguei uma das facas de arremeso tentando realizar os mesmos movimentos feitos pela minha treinadora. Porém antes de sequer tocar na bainha da arma ouvi alguém chamar meu nome. Virei minha cabeça na direção da voz masculina, ela não me parecia estranha, mas...

-Seu nome... É Gabrielle, certo? – Perguntou um rapaz de cabelos castanhos rebeldes relativamente alto e de porte atlético. Trajava uma calça jeans e a blusa alaranjada do camp. Fitei seus olhos verde safira um tanto confusa e apenas assenti com a cabeça dizendo um silencioso sim.

Ele sorriu diante de minha reação e isso apenas me deixou ainda mais confusa. – Alice não deve ter lhe falado... Irei lhe treinar hoje. Chamo-me Maxwell, mas pode me chamar de Max.

Derrepente travei diante o garoto a minha frente. Como assim ele iria me treinar? Onde estava Alice?

- Ela saiu em missão... – disse ele como se lêsse meus pensamentos. Lhe lancei um olhar que indicava minha suspeita em relação ao mesmo. Mas, mesmo assim, desisti de tentar .... seja lá o que fosse. Soltei um suspiro. – Bem... Ela me disse que estavam treinando com facas de arremesso. Mas... – ele pareceu pensar por um tempo – Comigo, você vai treinar Arco e Flecha.

Sem hesitar, ele rumou diretamente para o arsenal da arena, onde se estocavam as armas disponíveis para o uso livre dos campistas que ali viessem treinar e então volou trazendo consigo um arco longo comum e uma das aljavas menores com flechas de bronze  sobre seu ombro direito.

- Este foi o primeiro arco que treinei para aprimorar minhas tecnicas. – ele disse – Você irá começar com o arco comum visto que é novata e que ao treinar deve ter consciencia de que pode se machucar ou machucar alguém pelo simples fato de não ter experiência – Max terminou, parecia que ele estava me repreendendo. Quem ele achava que era para falar comigo daquele jeito?

Saí de meus devaneios ao perceber que ele olhava fixamente para algo. Passei a fitar a mesma direção que ele. Observei demoradamente os alvos circulares ao longe, apenas aneis vermelhos e brancos, intercalados, circunscritos uns aos outros.

- Gabrielle, você...

- Me chame de Gabii. –
o interrompi e ele apenas revirou os olhos.
- Gabrielle, - disse ele ignorando meu pedido - você  têm de se posicionar a uma distância razoável de um dos alvos, cerca de trinta metros ou um pouco mais afastada... – ele me pegou pelo pulso e levou-me até um certo ponto, um pouco mais perto dos alvos.

Entregou-me o arco e um flecha. A posicionei no arco do modo que achei ser o correto ( e devia ser  já que Max não havia reclamado comigo ).

- Vire de lado, o dorso da mão esquerda na direção do alvo. – dissera Max quase que roboticamente, entretanto fiz o que ele havia dito que eu devia fazer.

-  Afaste um pouco as pernas, isso irá lhe garantir maior equilíbrio. Não as deixe juntas, parece até  uma arvore! – ele disse no mesmo tom de antes, isso estava me irritando porém, fiz o que me foi dito novamente.

Segurei a base da flecha com a maior firmeza que consegui projetar, posicionando-a entre os meus dedos indicador e médio. Deslizei a flecha na corda e puxei-a, preparado para o lançamento. Virei meu rosto para o alvo e ergui o arco - sem alterar a distância entre as mãos esquerda (que segurava o arco) e direita (que suspendia a flecha na corda).

- Perfeito. Agora leve a base da flecha à altura de seus olhos e regularize a sua respiração... – me instruiu e o fiz.

Quando a base da flecha estava à altura do meu olho direito, tentei regularizar minha respiração, que já estava instável e descompassada. Após longas inspirações e expirações, meu corpo parecia mais tranquilo. Minhas mãos já não mais tremiam e se apresentavam completamente firmes e objetivas.

O meu mais novo treinador se aproximou de mim e Ajeitou o arco de modo a ver que a ponta da flecha estava na mesma linha que o centro do alvo.

- Aumente um pouco o ângulo da linha da flecha com relação ao solo para compensar o efeito que a gravidade teria sob a flecha, Gabrielle. – ele disse tirando a minha concentração. Bufei e revirei os olhos enquanto, novamente, fazia o que ele havia me dito.
A corda pressionava os meus dedos com tanta força que eles começaram a doer. Eu tomei meu tempo. Quando senti que estava pronta, apenas abri um pouco o espaço entre os dedos indicador e médio, deixando que a flecha voasse para fora da corda, para longe de mim, na direção do alvo.

Observei atentamente o impressionante efeito aerodinâmico na flecha, analisando todo o seu percurso. A velocidade era tamanha que se podia ouvir o ar sendo cortado pelo gume de bronze da ponta da flecha.

Não pude conter minha satisfação quando conferi que a flecha havia perfurado o alvo e, como se não bastasse, o havia feito entre o segundo e o terceiro anéis após o círculo do centro. Isto é, eu havia quase atingido o ponto de máxima precisão no alvo. Tal feito, para mim, foi surpreendente e instigante, mas eu sabia que poderia - e deveria - melhorar.

- Para alguém que não sabe arremessar facas... - comentou fazendo pouco caso de minhas falhas tentativas - até que está muito bem em relação ao arco e flecha – dissera aquele ignorante. Porque todos aqui eram sérios demais? – Você só não acertou o anél do centro porque a flecha foi desviada no início do lançamento devido a um leve tremor no arco que você cometeu, logo após liberar o projétil. – ele disse como se aquilo não fosse nada demais;
Anotando mentalmente para segurar bastante firme o arco até que a flecha já estivesse fora de sua influência, retirei outro projétil da aljava e realinhei-me em minha posição, exatamente como a anterior. Tentei, assim, várias outras vezes e já estava adquirindo certo controle sob o arco, resistindo cada vez mais à alteração da estabilidade provocada pelo lançamento da flecha.

O alvo parecia cada vez maior. As próximas flechas se saíram bastante parecidas com a primeira, chegando a contornar o perímetro do pequeno círculo central do alvo. Eu sabia que ainda exigiria bastante prática até que eu conseguisse manter o arco intacto, mesmo após lançar a flecha. Esse pensamento, porém, não me prejudicava. Eu tinha consciência do que precisava ser feito e isso, para mim, era como um atalho para uma melhora.

Eu havia, contudo, melhorado significativamente. Eu estivera a apenas centímetros do ponto de maior precisão do alvo e era isso o que contava. Eu estava me tornando uma arqueira de verdade, apesar de aquela não ser minha area.

A minha vontade era treinar por mais e mais horas, mas eu sabia que de nada adiantaria treinar seguidamente quando se está exausta. Eu precisava de um bom descanso para poder retornar à arena, em outro dia, e melhorar o pouco que faltava para adquirir uma precisão invejável.

Devolvi o arco longo e a aljava com as flechas para Max que me olhava indiferente entretanto vi naquelas íris verdes safira um pouco do que parecia ser... Admiração? Devia ser minha imaginação me pregando peças. Pensando que seria uma ótima ideia visitar os campos de morango para tirar os treinos da cabeça por um tempo, virei as costas para a arena, desejando intimamente que eu pudesse, algum dia, fazer o melhor possível com aquele arco.

- Bem Max, obrigada ... – disse antes de me dirigir a saída da arena me dirigindo até meu outro destino.



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Arthur Fallen
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MensagemAssunto: Re: Arena do Acampamento   Sab Jun 29, 2013 12:13 pm

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Arthur Fallen




Arthur, após passar bom tempo com seu pégaso, Nero, decidiu treinar mais um pouco, desta vez, nada que voe - Estou começando a odiar coisas que voam - . Arthur estava no estábulo com Nero, ele limpava o pelos de Nero ali por horas - É pelo que não acaba mais! - Arthur, que já havia de limpar Nero, monta na criatura.

Nero leva Arthur voando até a arena, onde desta vez, Arthur iria enfrentar alguns monstros terrestres. Arthur, já havia chegado a arena e segue para a jaula onde estão presos dois ciclopes. Arthur tinha de tomar muito cuidado, não eram seres voadores, mais eram ciclopes, seres que apesar de ter um olho só tem uma visão bem aguçada.

Arthur então solta as feras, as quais já partem para um ataque, desengonçado, os dois vem completamente loucos atrás de Arthur que rapidamente monta em Nero e sai voando sobre os monstros. Nero começa a dar alguns rasantes sobre os ciclopes, e foi em um desses rasantes que Arthur pulou para cima de um dos ciclopes.

Os ciclopes eram feios, ambos carecas e barbudos, tinha um mais gordinho e mais baixinho, o outro era alto e mais magrinho. Arthur havia saltado sobre o mais gordinho, feras desengonçadas, o mais magrinho arrancou uma árvore e começou a bater em "Arthur", ou ao menos era o que ele queria, ao invés de acertar Arthur, o ciclope mais magrinho estava era acertando o mais gordinho que se irritou e partiu para cima do mais magrinho, enquanto Arthur saltava de volta para Nero.

Arthur, já montado novamente em Nero, decide que vai matar logo os ciclopes e pede que Nero o leve de volta ao chão. Já no chão, Arthur, chama a atenção dos ciclopes, que ainda brigavam entre si, Nero voa sobre a cabeça de um ciclope e começa a pisotear a cabeça dele, era uma cena engraçada mais não era hora de gracinhas, Arthur então pôs sua lança de bronze celestial em mãos e a lançou em direção ao olho do ciclope mais magrinho, o qual estava atordoado com Nero pisoteando em sua cabeça.

Arthur acerta em cheio o olho do ciclope mais magrinho, matando-o, quando o ciclope mais gordinho vê a cena, pega uma árvore e lança em Arthur que se deita no chão e vê a árvore bater em uma pedra e se destroçar, Arthur então se levanta e chama Nero, que vem ao auxilio do dono, Arthur monta em Nero, que da a volta no ciclope mais gordinho e vai até o corpo do mais magrinho, Arthur, em um rasante de Nero próximo ao olho do ciclope mais magrinho, pega sua lança de bronze celestial.

Arthur estava sobrevoando a área em que o ciclope mais gordinho se encontrava e mesmo montado em Nero tenta acertar  o ciclope com a lança, mas, foi uma tentativa frustrada, a lança passa raspando no ciclope mais acaba caindo no chão. Arthur, que sobrevoava o ciclope montado em Nero, pula sobre a cabeça do ciclope.

Arthur sobre a cabeça do ciclope, pega sua espada de ouro e perfura o olho do ciclope que começa a cair de costas, Nero passa voando próximo a cabeça do ciclope. Arthur monta em Nero no ar e o mesmo leva Arthur para o chão. Arthur segurando sua espada de ouro na mão esquerda, e sua lança na direita, segue para o chalé de Ares, afins de descansar.

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MensagemAssunto: Re: Arena do Acampamento   Sab Jun 29, 2013 12:25 pm


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MensagemAssunto: Re: Arena do Acampamento   Sab Jun 29, 2013 6:47 pm

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Frustrado, frustrado, novamente frustrado, Arthur estava se dedicando aos treinos, se dedicando em missões, mas, parecia que de nada havia adiantado, seus músculos eram robustos, é certo, mais ele sabia que ainda não estava preparado, ele ainda não havia enfrentado alguém que lhe desse trabalho.

Arthur, que estava em repouso no chalé de Ares, decide que vai treinar, mais uma vez, ele havia ganhado na sua missão anterior, a replica do garfo de Hades, e em seguida comprara um Arco grande e uma aljava com 100 flechas de bronze sagrado, no quesito armas... Arthur era cheio delas.

Arthur então se dirigia para a arena do acampamento, hoje parecia que o sol estava com o sorriso de orelha a orelha, estava ensolarado, a temperatura não estava nem quente nem frio, estava um dia ótimo para treinar. Enquanto Arthur se dirigia para a arena, passou pelo estábulo e levou Nero para voar livre sobre o lago do acampamento.

Pois bem, já estava tudo nos conformes, Nero voava feliz e alegre com os pássaros, comia suas frutas, deitava e rolava no acampamento, Arthur já estava no centro da arena, se dirigindo para a jaula dos cães infernais. Hoje era um bom dia, pena que não só para Arthur, que logo percebia que os cães estavam espertos e bem inquietos.

Arthur estava vestindo uma camisa vermelha, sobre ela o peitoral de titânio, uma calça jeans, um tênis da Nike branco, tinha na mão esquerda a Braçadeira de cor marfim que ao ativar virava o escudo bones, na mão direita carregava sua replica do garfo de Hades, e nas costas tinha sua espada de ouro como opção.

Arthur então abria a jaula dos cães infernais e de la saiam cinco dos mesmos, Arthur ao ver que se demorasse mais a coisa ia ficar feia, ativa o escudo bones e corre para a direita de sua posição atual, quando de repente, Arthur é surpreendido por um cão infernal que pula na sua direção, mas, Arthur percebe a tempo de colocar o escudo a frente e fazer com que o cão achate a cara no escudo.

Arthur, ao ver que o cão que lhe atacara estava tonto e de guarda baixa, perfura o mesmo com o garfo de Hades, deixando-o morto no chão e partindo para o ataque dos outros, restavam agora quatro feras. Arthur então vê a sua frente quadro cães infernais e logo parte para o ataque do mais próximo, que se encontrava a 1 metro de Arthur, que chuta a parte de baixo da cabeça da fera, que sobre ficando na altura do peito de Arthur. Arthur com o garfo de Hades, perfura a cabeça da criatura, deixando agora dois cães mortos na arena, restavam agora três cães.

Os cães restantes não iriam esperar o ataque de Arthur, que logo parte para cima do mais próximo que se posicionava a esquerda do segundo mais próximo, Arthur bata com o escudo no rosto do primeiro e no rosto do segundo, os deixando desnorteados, Arthur finca o garfo de Hades no chão da arena e saca sua espada de ouro, que estava em suas costas, Arthur então, sem perda de tempo, decepa a cabeça dos dois cães que estavam tontos pela pancada com o escudo que Arthur dera neles.

Faltara agora apenas um para Arthur matar, mas, não deu tempo para pensar em defesa, o cão que sobrou veio pelas costas de Arthur e o mordeu no braço em que segurava o escudo, que se desativa na hora, Arthur agora estava com o braço esquerdo ferido. Arthur se enfurece e larga a espada no chão e da um soco muito forte na cabeça do ultimo cão infernal, foi um soco tão forte que a cabeça do cão ficou enterrada no chão, aquele era um poder divino, privilegio por ser filho de Ares. Arthur com o braço esquerdo ferido, chama por Nero, e colocando a espada nas costas e o garfo de Hades na mão direita, voa em Nero de volta ao chalé de Ares.

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MensagemAssunto: Re: Arena do Acampamento   Sab Jun 29, 2013 7:02 pm

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MensagemAssunto: Re: Arena do Acampamento   Qui Jul 04, 2013 11:54 pm

Treinamento



O frio parecia ser o clima mais frequente no acampamento atualmente, de certa forma isso eu odiava isso, gostava de ver um céu limpo com Apolo passando de um lado por outro nele. O sol não havia nascido ainda e as estrelas ainda formavam lindas constelações, a névoa cobria cada canto do acampamento, da janela não se podia avistar nada que se passava fora do chalé, estava confiante e sentia a eletricidad correr pelas veias, meu corpo estava mais forte e as habilidades mais aprimoradas, estava contente comigo mesmo, mas sentia a extrema necessidade de ficar mais forte, a insônia certamente estava atacando, viradas e mais viradas na cama e o sono não chegará de maneira alguma.

Peguei a mochila que estava ao chão, vesti um casaco confortável e quente, e assim saí do recinto, com força de vontade e exibindo confiança, caminhava em passos largos e rápidos em direção a arena, a névoa realmente era horrível, a visão estava debilitada e o ar gelado, difícil de respirar, parecia estar congelando por dentro. As mãos no bolso do casaco, os pés dentro do abafado tênis, não conseguia identificar para onde estava indo, apenas mantinha na direção que sempre tomava ao rumo da arena, não era notável nenhuma movimentação pela área, respirava fundo e sentia o ar congelante entrar até os pulmões e esfriar o interior do peitoral, os passos sibilavam ao meio das fortes pancadas de vento nas janelas dos chalés. A visão estava comprometida e agora conseguia ouvir ruídos no aberto campo de treino, porém a imagem de tal pessoa era irreconhecível, largava a mochila próxima ao solo, erguia a espada à frente do peitoral e o escudo à frente do abdômen, se aproximando do desconhecido com destreza e passos silenciosos, tentando enxergar ao meio da névoa.

A sombra que até então era uma agora eram duas e o som de espadas se chocando era evidente, se aproximando enquanto ouvia as provocações em um alto som
― É o máximo que consegue? - dizia a primeira voz.
- Sei muito mais filho de Hermes. - dizia a segunda.
- Não parece, acho que não está honrando sua mãe direito, pobre Iris por ter um filho tão delinquente! ― Ouvia o barulho de um deles cair ao chão, era visível as faces dos rapazes ao meio ao frio, encarava e anunciava sem se apresentar.
― Acho que estou interrompendo o momento de insultos. ― Olhava os olhares provocativos enquanto um deles se levantava do chão e respirava fundo, era o filho de Iris, com os olhos castanhos e cabelos ruivos falou com rispidez e ousadia
― Então temos um campista engraçadinho aqui, o que acha de treinar suas habilidades? ― Dizia o filho de Hermes. Encarava com sorriso de provocação no rosto, enquanto o filho de Hermes tornou a falar. ― Se fosse você evitaria treinar com gente como eu, eu costumo machucar... ― Provocando e soltando uma baixa risada malvada, enquanto me fitava dos pés a cabeça.

Encarava-os sério e botava um pé a frente, respirava fundo e sentia o frio tomar conta do próprio corpo, subia dos pés até a cintura, girava a espada a espera dos garotos. O mais provocativo riu e se posicionou, enquanto o filho de Iris flexionou uma perna para fugir para trás caso fosse preciso, ambos pareciam esperar que alguém avançasse. Ambos mantinham os olhos fixos em mim, o pupilo de Hermes correu pela lateral, enquanto o filho de Iris correu com a espada levantada para atingir meu pescoço.
Dava dois passos para trás e levantava o escudo a do pescoço a espada a mão direita abaixava para o abdômen, apontando-a para frente caso quisesse o atingir, mas logo caía em si que o ousado filho de Hermes estava vindo ao lado, com a espada também em direção ao pescoço também, erguendo a espada e protegendo o próprio pescoço a qualquer custo, se esgueirando para a lateral, pulando para trás enquanto abaixava o escudo para o peitoral, novamente ambos voltavam a correr pra cima de mim, respirando fundo e se mantendo a concentração.

― Que pai tem um filho tão fracote! ― Ouvindo o jovem de cabelos ruivos fazer tal provocação, enquanto fazia uma sequência de golpes girando a espada até meu pescoço e em seguida a meu estômago, já o jovem semi-deus filho de Iris, se posicionou com o escudo ao rosto, botando a espada em minha perna na intenção de me derrubar. Com o olhar frio e calculista, o braço a frente com o escudo me protegendo dos golpes fortes do filho de Hermes que me impulsionava para trás, enquanto sentia a lâmina fria ferir meu pé, sentia o corte passar de raspão e cortar minha perna a tempo conseguia se proteger com a própria espada, tentando se concentrar mas era impulsivo com tudo sendo tão rápido, o sangue escorria de leve enquanto sentia o frio tomar conta da ferida, a ponta da espada do ruivo estava presa ao meu escudo, se desequilibrando e caindo sentado no chão, mantendo o garoto entretido com a espada presa, chutando o escudo do mesmo com o pé que caia ao lado, enquanto se protegia se protegia com o escudo e a espada, flexionando a perna e voltava a ficar em pé com pouco de dificuldade ao perceber que o garoto havia recuada ao recuperar a posse da espada.

A frente o semideus filho de Iris o desafiava com os olhos com a espada a altura da cabeça como se duelasse como um samurai, apontando a lâmina para minha testa e o escudo protegendo toda a frente, de fato seus olhos puxados entregavam suas habilidades, rapidamente correu em minha direção, ergui o escudo altura do pescoço e me protegia no estômago com a espada. Não esperava mais a própria defesa que fazia com escudo havia sido burlado, o rumo da espada do asiático havia sido mudada durante a corrida e agora passará ao lado em meu ombro, cortando superficialmente minha pele, dando uma leve gemida, aproveitando a distração do garoto e acertando ele de raspão onde se localizava as costelas do garoto, que recuava de dor para trás e de relance o semideus filho de Hermes, aparecia de surpresa me atacando com uma estocada, segurando a espada com muita fúria que chegava a machucar a mão, desviando o curso do garoto enquanto o cansava, derrubando o próprio, o escudo dele ainda continuava distante, aproveitando a queda e partindo pra cima dele, o impedindo de me atacar com a espada, enquanto socava a cabeça dele usando o escudo, observava o sangue escorrer do crânio do rapaz, enquanto desmaiava.

Um rangido marcou a passagem de tempo, o olhar que se mantinha no rapaz desmaiado agora se erguia para a sombra que o atingirá, o sorriso maldoso se tornava sério e frio, a prolé de Iris sorria alargamento, o rangido era do escudo que havia caindo pra longe, no chão, não tinha a mínima chance de reconquistá-lo, se jogando para trás enquanto com as duas mãos segurava a espada para se defender, se impulsionando com os pés para trás, enquanto era golpeando com força em vários pontos do tronco pela espada do jovem samurai, se defendendo enquanto tentativa se levantar, todas as tentativas sem sucesso.

Respirava fundo, quase deitado no chão, com o corpo sentado e as pernas esticadas, chutando seu joelho com força, duas vezes seguidas, enquanto estava distraído nos golpes sobre mim. O semideus foi mais esperto e me desferiu um corte na altura da coxa, arrastando a ponta da espada, abrindo um corte longo na pele, observando o mesmo recuar, levantando e sentindo a névoa fria debilitar um pouco a visão, segurando a espada com furor, botando toda a força na corrida, roçava a lâmina da espada contra a dele, olhando ambas as espadas caírem ao chão, levando pancada no estômago com o escudo do rapaz, enquanto o olhava com firmeza, flexionando a perna mais ferida e tomava impulso, fechando os punhos, calculando onde deveria acertar com um soco, o rosto do rapaz era protegido com o escudo, levando a mão fechada a barriga do semideus filho de iris, sentia a mão bater no escudo e sentia uma forte dor.

Então aquela sensação percorreu meu corpo, senti meu sangue ferver. Com a direita acertava a boca da prolé da deusa, o fazendo o cair para trás, não perdendo tempo, colocava a perna sobre escudo dele que estava sobre o peitoral, socava o rosto do rapaz contra o chão, finalizando a sequência e caindo sentado, cansado, sentido o frio e a dor na perna, no alto da montanha o sol começava a nascer, deitando no chão, olhando o céu que não tinha mais estrela, pensando o que deveria fazer, tirando casaco e amarrando na perna para estancar o sangue, levantava da grama com dificuldade e espirrando com precisão para baixo, caminhando em direção as coisas que estavam jogadas, juntando os próprios objetos e segurando a mochila em um ombro, andando mancando para o para o chalé e desaparecendo no meio da névoa que cobria o inicio da manhã.
– O meu pai é Zeus, não serei tão piedoso na próxima vez que difamar seu nome. – Disse saindo do local. Armas na mochila e fui rumo ao chalé para dormir.







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MensagemAssunto: Re: Arena do Acampamento   Dom Jul 07, 2013 11:33 pm






Treino com espada

Post: #001



Eu havia chegado, a pouquíssimo tempo, no conhecido Acampamento Meio-Sangue. Quer dizer, ele não era tão conhecido assim - pelo menos para mim. Fiquei instalado no chalé de Hermes, o deus dos ladrões sabe? Mas, certamente, eles não tinham nada para me roubar. Fiquei abrigado na ala dos indefinidos, ignorado em uma beliche qualquer. O lugar não era muito interessante, mas possuía uma extensão de livros finos e grossos, o que me fascinava.

Vivendo em um mundo de meio-sangues, supus que seria melhor eu ter um conhecimento básico sobre o mundo que agora eu vivia. Li livros sobre mitologia grega, os monstros mitológicos que servia mais como um "bestiário" e outros livros que envolviam o que era de meu interesse: a mitologia grega inteira. No entanto, eu me interessei mais no "bestiário". Eu era meio lerdo, mas tinha uma admiração imensa por livros, ainda mias de coisas como a minha própria história, então li as páginas do livro após algumas semanas de minha chegada e brevemente já possuía o conhecimento de vários monstros. O livro também provocava uma ânsia enorme em mim para combater um daqueles monstros e foi exatamente o que eu fiz: fui treinar, com monstros.

Peguei a única arma que tinha, e havia sido entregue no momento que entrei aqui, minha espada de bronze. Procurei trajes confortáveis, assim, escolhendo uma bermuda jeans que ia até os joelhos, camisa laranja do acampamento e meu all stars bege. Saí do chalé rapidamente e caminhei durante alguns minutos, pensando em que monstro enfrentar. Ciclope? Não, aqueles gigantes me esmagariam com facilidade. Um escorpião? Impossível. Quimera? Aquela criatura me transformaria em pó! Pensei em um monstro mais fácil... Hm, uma Dracaena? Ela é uma combatente esperta e o livro considerou-o fraca... Isso para campistas experientes, seria? Não importa, era ela com quem eu iria combater.

• • •

Quíron estava a posto na Arena. Ajudava alguns campistas aqui e ali, ajudava alguns a segurar bem a espada e outros a manejar bem o arco. O velho centauro era uma ótima pessoa... digo, um ótimo centauro, mas dialogar com ele era difícil. Eu era bem extrovertido, mas as vezes ele parecia sério demais e eu não sabia quando podia brincar e quando me portar como um guerreiro. Quase murmurando, pedi à ele que trouxesse uma Dracaena até mim. Ainda duvidoso, o centauro atendeu ao meu pedido.

Cinco minutos depois, uma criatura apareceu. Sibilava, passeando pelo solo com duas caudas de víboras no lugar das pernas. Possuía a pele escamosa e verde, língua bifurcada, olhos amarelos e garras afiadas. Segurava um escudo e uma lança de bronze e estava ansiosa para me matar. Ela devia morrer fácil se eu acertasse ela no ponto certo. No entanto, era necessário desarmá-la primeiro. Quando ela avançou, eu não soube reagir. Ela tentou uma estocada com a lança, mas eu lancei-me para o lado e segurei sua lança, forçando-a um pouco. Girei a lança, fazendo-a atingir seu rosto. Ela cambaleou para trás, quase caindo e eu aproveitei a lança em minhas mãos. Avancei contra ela, mas a lança pesava demais. Tentei enterrar a lança em uma de suas caudas, mas elas desviou e empurrou-me com o escudo, fazendo-me largar a lança e desabar sobre a areia artificial. Desembainhei minha espada e me ergui, enquanto ela recuperava-se do golpe anterior. Avancei contra ela, agachando-me e desferindo um golpe horizontal na sua cauda esquerda. Ela soltou um grito esganiçado e enterrou a lança em mim, mas eu joguei meu corpo para o lado. Uma ardência tomou conta de meu braço direito. Um filete de sangue surgira embaixo de um corte na camisa laranja. Mordi meu lábio inferior, tentando suprimir a dor. Ela tentou novamente me matar, mas eu girei para o lado, ralando-me um pouco, ergui a tempo de desviar de mais uma tentativa de seu ataque, rapidamente dando-lhe uma cotovelada. Ela cambaleou e afastou-se e avançou novamente, como se ganhasse impulso. Suas caudas de víboras complicavam-se ao correr e seus olhos amarelos encontravam-se cravados em mim. O medo possui meu corpo, mas o desejo de vencer era mais forte. No momento que ela já estava próxima suficiente de mim, eu utilizei o cabo da espada, batendo-o com força na cabeça da criatura. Ela ficou atônita, cambaleando um pouco. Agarrei sua lança e tirei-a de sua mão, chutando seu escudo para uma distância equivalente à 3 metros. Ela urrou de raiva e eu desci a lança até seu pulso. No exato momento, toda sua pele verde tornou-se acinzentada assim como carvão. Brasas surgiram por todo o seu corpo e a queimaram, sem deixá-la esganiçar nada, berrar, falar alguma coisa, protestar. No fim, ela era apenas um montinho de areia reluzente. Olhei para Quíron a tempo de vê-lo exibir um sorriso confiante. Retornei ao Chalé de Hermes, embora não estivesse tão feliz assim com a minha vitória.

Valeu @ Cács!

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MensagemAssunto: Re: Arena do Acampamento   Qui Jul 18, 2013 10:34 pm

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